Fabricio Carpinejar
“Comunicar é tocar o outro sem invadir é fazer a palavra virar encontro.”
Fabrício Carpinejar é poeta, cronista e palestrante, reconhecido por transformar palavras em pontes entre emoção e reflexão. Com uma trajetória consolidada na literatura e na comunicação, ele aborda temas como educação, relações humanas, juventude, comportamento e liderança emocional, sempre a partir de uma perspectiva sensível e profundamente humana.
Sua marca está na capacidade de se conectar emocionalmente com o público, conduzindo palestras que equilibram humor, profundidade e verdade. Carpinejar não apenas fala ele provoca pensamento, desperta sentimentos e cria identificação.
Autor de obras como Meu Filho, Minha Filha e Mulher Perdigueira, demonstra em seus livros a mesma habilidade presente nos palcos: tratar temas complexos de forma acessível, poética e direta, aproximando o cotidiano da reflexão.
Em suas palestras, destaca a importância da comunicação autêntica, da escuta ativa e da inteligência emocional nas relações, seja no ambiente corporativo, educacional ou pessoal. Sua presença é marcada por narrativas envolventes, histórias reais e reflexões que permanecem após o evento.
Fabrício Carpinejar se consolidou como uma das vozes mais relevantes da literatura e da comunicação contemporânea, mostrando que palavras, quando bem usadas, transformam pessoas e ambientes.
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Família é tudo
Carpinejar compartilha com o coração muitas histórias de vida. Ao ler com os olhos da sensibilidade, contemplamos paisagens diversas, visitando momentos de outros tempos: os apagões frequentes, quando a família conversava de mãos dadas e à luz de velas, a cumplicidade do pai que ensina o filho a fazer a barba e a dar nó em gravata. Os filhos crescem, os pais envelhecem. Carpinejar nos conduz por essa linha do tempo, mostrando a angústia com a ideia de perder os pais, que sairão do mundo; superando a vergonha e o orgulho de dizer “eu te amo” ao oferecer carinho e cuidados; reconhecendo a humanidade da mãe e do pai que habitam dentro dele, com seus ensinamentos e seu amor dedicado. E, a partir daí, nos leva a outro passeio pela vivência da própria paternidade, com as dores e as delícias de acompanhar o crescimento dos filhos, que pouco a pouco conquistam a liberdade de andar com os próprios pés. Carpinejar nos convida a valorizar a grandeza dos pequenos momentos diários do convívio em família: menos tempo no celular, mais conversa olhos nos olhos. Sutis gestos de ternura e gentileza vão tecendo, de uma geração a outra, o que mais importa: o amor nos relacionamentos. Nunca teremos tempo para nos despedir direito, capriche nos encontros imperfeitos, afinal, Família é tudo. Uma leitura leve que proporciona ao leitor uma viagem do riso às lágrimas, da saudade às lembranças. Família é tudo uma reflexão sobre a importância da família e sobre a importância de valorizarmos tal instituição enquanto ainda estamos vivos.
Para onde vai o amor?
Em Para onde vai o amor? , Carpinejar apresenta 42 textos sobre amor, desilusão amorosa, casamento, divórcio, saudade e outros sentimentos que compõem os relacionamentos. Com toda sua prosa poética, indiscutivelmente poderosa, o autor explica o que se passa dentro do coração do leitor: do encantamento à amargura, da paixão ao desencanto, do companheirismo ao cinismo. Está tudo aqui. Um livro sem igual, de um autor de voz única.
Minha esposa tem a senha do meu celular
Depois de focar na relação entre pais e filhos, na dificuldade de reconhecer a fragilidade da vida e na necessidade de retribuir o que recebeu ao longo da vida em Cuide dos pais antes que seja tarde - best-seller com mais de 40 mil exemplares vendidos -, Carpinejar agora se volta para a relação entre marido e mulher em Minha esposa tem a senha do meu celular, uma narrativa biográfica sobre proximidade em tempos velozes. Dos aplicativos de relacionamento à ubiquidade da pornografia, passando pela profusão de nudes que fazem parte da vida dos casais modernos, Minha esposa tem a senha do meu celular prega a simplicidade do amor à moda antiga, mas, de forma alguma, ultrapassado e muito menos conservador. O livro é, antes de tudo, uma exaltação às banalidades do dia a dia do casal e uma defesa do realismo nas relações amorosas, sem expectativas que jamais serão atendidas e podem se tornar fontes de frustração e desconfiança mútuas. “Posso te falar do que vejo e sinto ao ler as palavras de Carpinejar. Nos tornamos melhores, depois de cada livro. Ele tem a capacidade de escrever traduzindo o cotidiano, os sentimentos, as angústias de uma maneira tão única e gostosa de ler que até os assuntos mais complexos ganham um significado especial em linguagem simples e bem-humorada. [...] Minha esposa tem a senha do meu celular é um carinho para quem tem um amor, e uma esperança para aqueles que buscam um.” - BH Dicas
Me ajude a chorar
. São crônicas com assuntos variados, mas com uma singularidade: a melancolia e a tristeza. Sempre, obviamente, com a ironia característica. Um livro com sentimentos. Um livro à flor do osso. Carpinejar mostra a sua mais intensa fragilidade, provando que, na verdade, nesta terapia ou catarse literária, todos devem ser muito felizes para suportar a tristeza verdadeira. Me ajude a chorar vai emocionar o leitor de maneira única. Dessa vez, Fabrício não fala a respeito de separação e relacionamentos, mas de temas mais gerais, mais coletivos, que buscam focar também em tragédias mínimas e pessoais, como o caso de uma senhora que estava para perder o marido e só desejava mais uma noite de conchinha com ele. Ela trocaria tudo na vida dela por esta noite. Constam na obra dois textos que ficaram famosos quando publicados: o escrito em homenagem às vítimas de Santa Maria (RS), que inclusive foi capa em diversos jornais, como O Estado de S. Paulo, e aquele sobre o acidente aéreo de 2007 em Congonhas (SP). “Me ajude a chorar diz que você não está sozinho, nunca esteve, jamais estará. As páginas do livro são braços abertos. Este livro é meu abraço.” - Carpinejar
Coragem de viver
“Certa vez, minha mãe viu uma flor esplêndida que brotara no muro. Floresceu escondida. Ela foi me apontar o achado. – Ela nasceu do impossível, viu? Achou um meio de crescer na pedra. Eu fiquei maravilhado com aquela planta aérea, que não denunciava pela aparência como alcançara tal proeza. Não havia terra nenhuma por perto. – O impossível é o nosso medo. Sem ele, somos possíveis. Não diga “nunca posso fazer”, festeje que é um novo jeito de fazer. Ainda que o jardim seja a parede. Eu compreendi que, atrás de cada coisa, de cada lugar, de cada acontecimento, longe de tudo e perto do que não vemos, há uma flor do impossível.” - Fabrício Carpinejar
Amizade é também amor
Amizade é também prever o momento de se retirar para voltar com mais força e amor redobrado. Amigo não dá nem para contar nos dedos, pois sempre estará segurando a nossa mão. O amigo não renuncia a amizade nem mesmo quando você desistiu. Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Amigo é o que fica depois da ressaca. É glicose no sangue. A serenidade. A paz de não esconder os defeitos. Graças aos amigos, a tragédia amorosa pode vir a ser a nossa grande piada. Amigo é destino, amigo é vocação. Em seu livro de crônicas, Carpinejar não fala de amor, mas de amizade. São 122 textos ao longo de mais de 200 páginas que combinam reflexões de companheirismo e humor do cotidiano com lembranças da infância e um ou outro conselho sobre convivência. “Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Amigo é destino, amigo é vocação”, escreve.
Coleção Vida em Pedaços
Esta coleção apresenta as lembranças de infância de Fabrício Carpinejar. Em Te pego na saída, o autor reflete, em crônicas curtas, sobre o melhor e o pior de sua juventude: o bullying sofrido na escola, o fato de ser considerado diferente, as brincadeiras com os irmãos, a separação dos pais. Neste livro, a criança que um dia Fabrício foi conta as suas verdades alucinadas, suas “conficções”.
Cuide dos pais antes que seja tarde
Carpinejar mergulha em sua própria intimidade ao se lembrar de seus pais. Faz confissões, desabafos sinceros e também aconselha todos aqueles que ainda têm pai e mãe vivos a valorizá-los, tudo isso de maneira poética e verdadeira. A inevitabilidade da morte permeia a obra, com reflexões sobre o que podemos fazer para lidar com ela de modo a torná-la menos dolorosa. O tom de arrependimento também se faz presente, em meio às memórias do autor. Mesmo em meio a temas que emocionam e levam o leitor a viajar nas lembranças, a leitura flui levemente, comovendo e transformando ao mesmo tempo. É um convite à reflexão, sobretudo a respeito da vida, da individualidade e da pluralidade de cada membro da família. Um livro emocionante com o qual todos vão se identificar. Inclui texto de orelha do ator Paulo Betti.
Se eu Soubesse: Para Maiores de 40 Anos
Reflete sobre infância, adolescência, família, casamento, criação dos filhos, luto e recomeços, mostrando como cada fase contribui para a construção da personalidade. Em tom íntimo, quase terapêutico, ele convida o leitor a fazer as pazes com suas versões anteriores, valorizando o que foi vivido sem idealizações. O livro alerta para a brevidade da vida e para o perigo de adiar afetos e presenças. Ao revisitar memórias, Carpinejar propõe uma virada de consciência: em vez de “eu era feliz e não sabia”, aprender a ser feliz sabendo, aproveitando quem está ao nosso lado agora. No fundo, é um convite à maturidade emocional — viver com mais gratidão, atenção às relações e coragem para sentir — entendendo que os encontros e vínculos são o que realmente dão sentido à vida.
Depois é nunca
Depois de focar na relação entre amigos, entre pais e filhos, entre marido e mulher, é chegada a hora de falar sobre aquela que é a única certeza que temos nessa vida: a morte. Em seu novo livro, Depois é nunca, Carpinejar tece envolventes e delicadas narrativas sobre o luto. Em crônicas que falam sobre o quanto não sabemos reagir ao luto, Carpinejar encontra palavras que possibilitam o fluxo nítido de pensamentos junto dos sentimentos, com a sabedoria de quem sabe mexer com a magia das palavras. Ele escreve como quem te escuta. As dores de amores perdidos, reparados, disfarçados, contidos, escondidos. Em Depois é nunca sua escrita é norteada pelo luto, pela saudade e pela esperança. Carpinejar trata dos sentimentos e das angústias de uma maneira tão única e leve que até assuntos considerados tabu, como a morte, ganham um significado especial em linguagem simples. Seus textos ponderam sobre a intuição de que a morte vai chegar, e sobre o esforço feito para evitar as duas: a intuição e a morte. As memórias guardadas do derradeiro momento em que chega a notícia da morte de alguém. A incredulidade daquilo que já aconteceu e se demora a aceitar. A gratidão pela companhia dos momentos em vida, da memória boa que resta em quem fica. Depois é nunca é uma leitura emocionante e leve que acompanha a saudade de quem perdeu alguém querido. É uma reflexão sobre a importância de não adiar afetos, afinal, depois é nunca.
Manual do luto
Se em Depois é nunca explicou que o luto não é uma doença e que dura a vida inteira, Carpinejar consegue o impossível: ir ainda mais além na tentativa de retratar o sofrimento da saudade. Agora fala diretamente com o enlutado. Cada capítulo é uma carta, e cada carta, uma lição de empatia. Ele aborda todas as dores do mundo, descreve as mais graves e pungentes perdas da existência: dos pais, de um amigo, de um irmão, de um filho, de um marido ou de uma esposa. Compara o luto a um trabalho incansável de poda da memória, de faxina existencial, em que toda despedida seria o equivalente a herdar um terreno para construir uma casa no local. “Não há nada lá, só mato e entulhos”, ele conclui. Com seu olhar de raio-x poético, o escritor enxerga a invisibilidade social de quem atravessa esse período marcado por confusão e privação. “Você deve estar se sentindo invisível, a morte de alguém próximo nos torna invisíveis. Atravessamos um portal para uma dimensão alternativa da rotina. Não somos vistos, não somos percebidos como antes. É como se a dor fosse um manto mágico do desaparecimento social. Você tampouco enxergava os enlutados antes da sua perda. Eles não tinham destaque, consistência, importância, densidade. Lembravam seres de um planeta secundário, desencaixados da normalidade e da perfeição de que até então desfrutava. E nem agia por mal, o desinteresse vinha da falta de um ponto de contato com a realidade do adeus. Agora parece que todo luto se evidencia ao seu lado. Se você é órfão, não para de notar órfãos na sua vizinhança. Eles sempre estiveram ali, próximos e acessíveis. Só não reparava porque não tinha nascido o terceiro olho do sofrimento na sua testa.” Até quem não perdeu um ente querido vai se render ao inventário de ausências e, por um momento, imaginar o que significaria a falta dele em sua rotina. Que o Manual do luto sirva de alerta para não adiar mais nenhum afeto, para não deixar nenhuma amizade fundamental para depois. Pois, “se a vida é um sopro, assobie”. Cante alto a sua presença.
Deixe ir
Viver é mais do que sobreviver. Mas, sem perceber, deixamos que a rotina nos anestesie. Ligamos o piloto automático, repetimos padrões, aceitamos migalhas em nome do amor, ou do que achávamos que era amor. Existe um ponto em que o cuidado sufoca, o afeto adoece, o amor se transforma em prisão.
Carpinejar
Um livro sem título, sem prefácio, sem abas de apresentação, sem fiadores, sem notas biográficas sobre o autor, sem adornos: só poemas falando diretamente com o leitor, só com o essencial da vida. Despojado, livre, feito para o despojamento, contra as aparências e as fachadas, valorizando unicamente o que está escrito. Assim como uma carta, em que reina o segredo entre o remetente e o destinatário.










