
Leandro Karnal
Uma mente brilhante que navega pelas águas da história, ética e filosofia, iluminando mentes e despertando a sede insaciável pelo conhecimento e reflexão crítica.
Leandro Karnal é um dos palestrantes mais requisitados do país. Doutor em História Social pela USP, membro da Academia Paulista de Letras e colunista do jornal O Estado de S. Paulo, ele une conteúdo sólido, carisma e uma impressionante capacidade de comunicação.
Com mais de 20 anos de experiência como professor da Unicamp, Karnal aborda temas como ética, comportamento, liderança, filosofia e sociedade com profundidade, leveza e uma linguagem acessível sempre provocando reflexões que impactam o público.
Sua presença em eventos é sinônimo de alto engajamento e prestígio. Além das palestras, é apresentador do podcast Platitudes e figura constante na mídia nacional, o que reforça sua autoridade como referência em pensamento crítico e transformação pessoal.
Seja para inspirar equipes, abrir eventos com impacto ou encerrar com chave de ouro, uma palestra com Leandro Karnal é uma experiência memorável que informa, emociona e transforma.
Além de Leandro Karnal, temos + de 20 mil palestrantes, confira:

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Saiba Mais Sobre Leandro Karnal
Por que contratar Leandro Karnal?
Experiência acadêmica e reconhecimento: Leandro Karnal possui uma sólida formação acadêmica como historiador e doutor em História Social, somando mais de 20 anos de atuação como professor na Unicamp, além de ser membro da Academia Paulista de Letras. Seu conhecimento e prestígio conferem credibilidade às suas palestras.
Diversidade de temas abordados: Karnal é versátil e aborda uma ampla gama de temas, como história, comportamento humano, ética, sociedade e filosofia. Isso permite que suas palestras sejam adaptadas a diferentes públicos e necessidades, tornando-as relevantes para diversos setores e eventos.
Eloquência e profundidade de pensamento: Sua eloquência e capacidade de articular ideias complexas de forma acessível cativam o público, garantindo uma experiência enriquecedora e inspiradora durante suas palestras.
Influência na mídia e comunicação eficaz: A presença constante de Karnal na mídia televisiva e sua habilidade de comunicar ideias complexas de maneira clara e envolvente fizeram dele um dos comunicadores mais admirados do Brasil. Essa habilidade assegura que sua mensagem seja compreendida e retida pelo público.
Estímulo ao pensamento crítico: Karnal desafia as pessoas a pensarem criticamente sobre questões históricas e contemporâneas, proporcionando uma perspectiva valiosa para seus seguidores. Sua influência vai além das salas de aula, inspirando a busca por sabedoria e compreensão em uma sociedade ávida por conhecimento.
Temas Abordados
Comunicação
Educação
Mercado de trabalho
Meio ambiente
Diversidade
Ética
Conflito de gerações
Corrupção
Autoconhecimento
Cooperativismo
Filosofia
Inclusão Social
Leandro Karnal
Palestra(s)
É com histórias inspiradoras e conhecimento profundo que apresentamos novas formas de pensar.
#Palestradestaque
A Vida que vale a pena ser vivida em Tempos LÍquidos
Qual é a vida que vale a pena ser vivida em tempos líquidos? Essa é a pergunta profunda que o bem-humorado Leandro Karnal se propõe a responder. Em suma, Karnal preconiza o atemporal “Conhece-te a ti mesmo” como um caminho para a felicidade. Segundo ele “É impossível me forçar a fazer o que eu não quero e ser feliz.” e “O problema é me libertar do julgamento do mundo.”. A suprema lição: “Você é o protagonista da sua vida.”.
#Palestradestaque
ALEXANDRE , NAPOLEÃO E CHURCHILL: trÊs modelos de liderança
Através da análise dos erros, acertos e estratégias dos três nomes mais lembrados na história, a palestra procura apontar como o pensamento crítico sobre a biografia de líderes marcantes pode nos dar pistas sobre nossa vida. Como eles superaram as dificuldades iniciais? Como estabeleceram seu êxito? O que aprenderam com seus fracassos? Afinal, o que faz de alguém um líder marcante?
BIBLIOTECA DE Leandro Karnal
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Santos fortes: Raízes do Sagrado no Brasil
Até pouco tempo atrás, as “vidas de santos” (ou hagiografias) eram um gênero literário consolidado e popular. Em nossa sociedade contemporânea, aparentemente secularizada, esse tipo de livro saiu de moda. Hoje, olhamos com um pouco de desconfiança, alguma estranheza e até descaso as pessoas que dedicam suas vidas à Religião, que fazem votos de castidade ou de pobreza, de obediência ou de silêncio. Ao mesmo tempo, entretanto, continuamos religiosamente entregando nossas vidas em holocausto aos deuses que idolatramos. Quem não conhece fiéis do Deus-Consumo, beatas da Deusa-Fama, pastores do Divino-Mercado? Nesse contexto, essa nova coleção de “Vidas de Santos” é um livro iconoclasta, justamente por não ser uma hagiografia católica tradicional, mas sim um livro leve e divertido, ecumênico e sincrético, escrito especificamente para o público leitor brasileiro do século XXI, sobre o fenômeno social da nossa religião popular. Os Santos Fortes não são necessariamente os mais famosos, os mais devotos, os mais inspiradores, e sim os mais brasileiros. São os nossos Santos de várzea, nossos Santos de raiz, nossos Santos moleques. São os Santos da nossa vida, os Santos das nossas ruas, os Santos da nossa cultura. São os Santos de todas as nossas religiões. Porque aqui descobriremos que: • Para o Espiritismo, São João Batista era a reencarnação do Profeta Elias, que depois reencarnou como Allan Kardec; • Que Iansã é Santa Bárbara, que São Jorge é Ogum e que Oxóssi é São Sebastião (ou vice-versa!); • Que Santo Antônio é militar de carreira no Exército e que sua última promoção, a Tenente-Coronel de Infantaria, foi assinada por Dom João VI no Rio de Janeiro; • E até mesmo que alguns de nossos Santos mais Santos na verdade não são Santos (mas é claro que são), como o Padre Cícero. Conhecer nossos Santos Fortes é conhecer um pouco mais sobre nós mesmos, nossas avós e nossas filhas, nossos medos e nossas prioridades, de onde viemos e para onde estamos indo
Diálogo de culturas
“Sempre achei fascinante ampliar a visão e pensar a realidade além da parede técnica do especialista. Espero que o leitor lance sobre mim o mesmo método que lanço sobre todos os textos que encaro: ler com atenção e analisar, dissecar e destrinçar o que li. Escrever sobre muitos temas é um desafio curioso. Tenho uma formação profissional na área de História e um olhar treinado para questões específicas. Ao dirigir esse olhar para fora do meu gueto, compreendo coisas novas num processo recíproco de aprendizado. Escrever é uma prática. O cerne do que acredito (o diálogo, o combate ao preconceito, a crítica às exclusões sociais e culturais etc.) nunca muda. Este livro é fruto do desafio de considerar a possibilidade do diálogo entre áreas distintas e cruzamento de temas diversos.”
O coração das coisas
“Ver o todo pela parte e adensar coisas passageiras em seu sentido maior: eis minha maneira de encarar o coração de tudo.”“Entre o herói e o canalha, existe uma outra categoria, talvez a mais numerosa, o cúmplice silencioso, que nada fez para ajudar e também não tomou parte direta nas mortes. A maioria calada é sempre a face tranquila do mal em todas as épocas.”“Nunca tantos seres humanos tiveram a capacidade de ler. Nunca tantos leitores tiveram crescente dificuldade com a interpretação do lido.”“A dúvida incomoda muito e, não obstante, dela nasce quase toda transformação científica ou de valores.”“Viver é traduzir, ressignificar, adaptar, compreender, refazer, trair, ser literal ou fugir do original em bela licença poética.”
O mundo como eu vejo
“O leitor é um bom julgador quando se alegra e quando se irrita. Ele existe como conceito e como comunicação real. Tenho quem me ame por princípio e, claro, desenvolvi os haters sistemáticos. A rigor, ambos me procuram e analisam. Um dos aprendizados da grande mídia é que a responsabilidade do autor sobre o texto é vaga. Solto ao ar, como pluma de cinco mil toques, desperta tudo ao sabor de um vento subjetivo. É um gesto de humildade do autor não querer dominar ou dirigir a hermenêutica do leitor. Ela pertence ao imponderável e ao subjetivo. Mais uma vez recorro ao meu estimado leitor e à minha querida leitora: discordem, concluam, concordem ou lamentem, mas sempre leiam e formem sua própria peça multifacetada da aventura do saber. A magia do conhecimento é maior do que todos nós.” - Leandro Karnal ***“Radicalismo derruba democracia e nunca edifica de verdade.”“Vivemos em meio a muitos livros, milhares de fotos, excesso de compromissos, fartura de dados e jejum de análises. Um banquete impressionante para convivas inapetentes e entediados em meio a cliques.”“Uma obra clássica contraria tudo o que os jovens leem no smartphone. Ela resiste ao primeiro contato, apresenta uma experiência prolongada que demanda foco por muito mais tempo do que uma ‘tuitada’.”“Nunca associei ética à fé ou a sua ausência. Temos ateus e religiosos éticos, bem como violências ligadas aos dois campos. O complicado, ultimamente, não é crer ou não crer em Deus. O difícil é crer no homem. É árduo acreditar em si.”“A internet deu o estatuto de intelectual orgânico a todos que tiverem acesso à rede. É o eclipse do conhecimento em si e o despontar da militância catequética.”“Narrar uma história para uma criança é colocar uma marca indelével na sua formação. Creia-me: ela pode esquecer os nomes, no entanto a experiência será eterna. Para sempre, estarão no fundo da mente, dialogando com outras histórias.”
Verdades e mentiras: Ética e democracia no Brasil
É senso comum dizer que todo político mente. Mas não seria a verdade uma ilusão, uma impossibilidade que tornaria a mentira ética? Nesse livro, quatro respeitados pensadores de nosso tempo – Gilberto Dimenstein, Leandro Karnal, Luiz Felipe Pondé e Mario Sergio Cortella – debatem as fricções que envolvem a tensa relação entre ética e democracia, colocando em xeque as verdades e as mentiras que compõem o universo político nacional. Com opiniões por vezes divergentes, mas que se complementam, eles discutem o que, de fato, define um governo democrático e o quanto ele é reflexo de nosso posicionamento como cidadãos. Os autores trazem à conversa temas que tratam de práticas e dilemas da vida pública com que temos convivido já há bastante tempo e mostram que, mesmo em cenários de crise, há, sim, motivos para acreditar no exercício de uma democracia que tenha o coletivo como bem maior
A Detração. Breve Ensaio Sobre o Maldizer
A obra "A detração: breve ensaio sobre o maldizer", de Leandro Karnal, pela Editora Unisinos é um estudo sobre a fofoca e o maldizer sobre os outros. Falar mal das pessoas é um hábiot, um vívio ou o quê? O livro "A detração: breve ensaio sobre o mal dizer" trata daquele inescapável hábito, de toda hora, do ser humano falar mal do outro, seja do que esse outro fez ou disse, seja do que pretende fazer. A detração permeia nosso cotidiano sem que nos apercebamos dessa prática. São múltiplas as modal idades do maldizer. O pensador Leandro Karnal traz uma narrativa leve e bem-humorada, mas que não faz concessões ao seu rigor intelectual.
A coragem da esperança
Crônicas para dias melhores Nesta edição com crônicas inéditas e os melhores textos de Leandro Karnal publicados no jornal O Estado de S. Paulo, o leitor será capaz de refletir com o autor sobre temas atuais de grande relevância, como esperança, mudança e a rotina em um mundo que vive a maior crise humanitária dos últimos anos. Em uma realidade de desesperança, é preciso ter coragem para voltar a enxergar sob a neblina. Karnal o ajudará a reencontrar o caminho. “O que é útil? Seria eu inútil? Farei falta? E se ninguém sentir minha falta? Entramos na roda e esse é o momento de olharmos para nós mesmos. Mas prossiga, a resposta pode estar lá na frente em outro texto deste A coragem da esperança. Esta é uma das muitas manobras sutis deste cronista. Fala por meio de fábulas. Como em toda fábula, há sempre uma breve moral. Cito uma: É preciso ter esperança com cada novo normal da vida. Olhe em volta: pandemia, isolamento, nada de visitas, toques, beijinho na face. Este livro é complicado no bom sentido. Não paramos de ler, tememos que termine. Assim, lemos devagar, absorvemos mais. Vamos e voltamos. Riscamos frases, ele nos ensina com jeito, afinal foi professor, tem didática. Outra coisa: levanta assuntos para conversas. Você o vê na televisão, nas lives, nas palestras, sério, econômico, mas quando abre o riso, o mundo fica claro. Fique ali, não se afaste, não o deixe, ele é assim mesmo (ou, a mim, parece) circunspecto, seduz, não perde uma deixa. O livro é seu, agora.”
Todos contra todos: o ódio nosso de cada dia
A internet não criou os idiotas, mas deu energia e proteção para o ódio dos covardes.” Leandro Karnal derruba o mito do brasileiro pacífico “Só eu e você, caro leitor, cara leitora, não odiamos nem somos violentos, muito menos preconceituosos”, diz Karnal. Uma brincadeira irônica para mostrar o quanto transferimos para o outro o que temos de ruim. Um livro polêmico, provocativo e instigante no qual ele afirma que o ódio é um dos espelhos mais poderosos para olharmos nosso próprio rosto. Que a maldade é tão próxima do ódio quanto da inveja. Em tempos de coxinhas contra petralhas, xenófobos, misóginos e homofóbicos contra imigrantes, o novo feminismo e os movimentos LGBT, em tempos do politicamente correto contra os seus críticos mais mordazes, Leandro Karnal mostra que a história e a realidade revelam um lado sombrio do brasileiro que costumamos não reconhecer: somos violentos no trânsito, nas ruas, nos comentários das redes sociais e fofocas nas esquinas; somos violentos ao torcer por nosso time e ao votar; somos violentos cotidianamente. Em Todos contra todos, Leandro Karnal combina as características que o transformaram no historiador e pensador mais pop do Brasil: erudição e leveza, profundidade e humor. Elas se unem nas páginas deste livro para serem saboreadas pelos leitores. Todos contra todos escancara a polêmica das palavras agressivas, a natureza das reações raivosas dirigidas ao outro e o porquê de escondermos de nós mesmos as pequenas e grandes maldades do dia a dia. Sobre o Autor Leandro Karnal é professor de história da Unicamp, com doutorado pela USP. Todos contra todos é o seu primeiro livro pela LeYa.
Para pensar e escrever melhor: Pequenos textos
Em Para pensar e escrever melhor, Leandro Karnal se apresenta do modo como melhor se descreve: um professor. É através dessa definição que o autor organiza os pequenos textos que compõem este livro. O intuito? Um só, nos levar a compreender melhor os recursos da linguagem para, quem sabe, também nos encantarmos pela escrita. À medida que avançamos na leitura, nos deparamos com os mais variados recursos linguísticos: dos mais simples aos mais complexos, dos mais conhecidos aos mais inusitados. Tudo isso para quê? Para nos mostrar que é possível usar da escrita para expressarmos o que temos a dizer. Como um professor em sala de aula, os textos deste livro nos fazem retomar a fé na comunicação e na arte de nos fazermos entender por meio de nossas palavras.
Pecar e Perdoar
“Errar é humano.” Essa afirmativa tão comum encerra uma verdade mais profunda que muitas vezes se perde no clichê: o pecado e o perdão são duas faces da mesma moeda — sem um não pode haver o outro. É exatamente dessa duplicidade que o historiador Leandro Karnal trata em Pecar e perdoar — Deus e o homem na história. Com uma análise focada nas experiências tão intrinsecamente humanas do desvio da norma e do restabelecimento da confiança, Karnal mostra como a sociedade moderna ainda utiliza essas noções baseadas na religiosidade judaico-cristã, e como, apesar de suas origens tão antigas, tais conceitos seguem cada vez mais atuais.
O inferno somos nós: Do ódio à cultura de paz
Vivemos dias difíceis, de vozes múltiplas que parecem nunca dialogar, ávidas que são para atacar e julgar. Em tempos adversos como o que vivemos, de crise, preconceito e intolerância, como transformar o ódio em compreensão do outro em suas diferenças? Como sair de um cenário de violência e construir uma cultura de paz? O historiador Leandro Karnal e a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-budista do Brasil, conversam nesse livro sobre essas e outras questões, em diálogo inspirador. Os autores lembram que o medo pode estar na origem da violência e apontam como o conhecimento, de si e do outro, é capaz de produzir uma nova atitude na sociedade, menos agressiva e mais acolhedora. "Localizar o mal no outro é uma panaceia universal", observa Leandro. Mas, talvez, o inferno não sejam os outros, como pensava o filósofo francês Jean-Paul Sartre, e sim nós mesmos.
O que aprendi com Hamlet
No novo livro de Leandro Karnal, atores-leitores são convidados por a um passeio pela própria consciência: a jornada de aprender com quem mais tem a ensinar no teatro do mundo – o criador de Hamlet. O que aprendi com Hamlet, dessa forma, revela os ensinamentos deixados pela principal peça de William Shakespeare numa combinação entre a experiência de um homem do século XVI e outro do século XXI. Tendo lido e relido a obra muitas vezes, Karnal refletiu sobre as lições que seu protagonista, o príncipe melancólico da Dinamarca, deixou e, mesmo nesta era de selfies felizes, continua a deixar. Com a colaboração de Valderez Carneiro da Silva, tradutora e especialista em Shakespeare, o autor cruza as passagens da peça como uma espécie de coaching – uma curadoria de vida. “O itinerário de viver é obrigatório até o fim, e Hamlet é uma companhia para ele. Shakespeare é o banquete dos sentidos e eu sou o convidado penetra que, sem ter condições de ombrear com o brilho do inglês, vem dizer apenas isto: aqui Hamlet me deu a mão e ajudou, segurou a vela e iluminou minha vida comum”, afirma Karnal. “O que Hamlet nos diz: só interpretamos cenas, etiquetas e formalidades porque não suportamos saber que todos fazemos parte de um teatro. O que Shakespeare nos diz: este é Hamlet, uma chance para você ser ou não ser, tudo depende da sua vontade e capacidade de escalar a montanha da consciência”, completa. Cada capítulo de O que aprendi com Hamlet descreve um ato da tragédia e, como esta, lança um olhar original sobre a espécie humana e a sociedade – daquele tempo e de hoje: o mundo de Shakespeare e dos autores e leitores, a dificuldade em se diluir no mundo, as duplicidades afetivas (“eu te amo e te odeio”), os impulsos e as violências, o sentido e a consciência de vida (ser ou não ser?), as tramas do poder e as contradições de todos nós – heróis com traços de vilania. E, como última lição, reelabora nossos mundos e nossas concepções sobre o que somos, o que não devemos ser e aquilo a que aspiramos ser.
Viver, a que se destina?
Qual o sentido da vida? Por que aqui estamos? Será destino? Será escolha? Neste livro, Mario Sergio Cortella e Leandro Karnal, dois dos maiores pensadores contemporâneos no Brasil, se encontram para refletir sobre essas questões que há séculos fascinam e intrigam a humanidade. A ciência, a filosofia, a religião e a arte têm oferecido algumas possibilidades de resposta que os autores discutem aqui. Afinal, pode ser aterrador imaginar que não há um destino, algo que explique a nossa existência. Por outro lado, a ausência de sentido nos deixa livres para ser e viver conforme desejarmos – embora isso implique também responsabilidade. Mas somos mesmo livres? Seja escolha ou destino, seja a vida um drama que vamos tecendo ou uma tragédia anunciada, fato é que estamos sempre a procurar algum propósito que torne a existência mais significativa. Mas o que explica que algumas pessoas tenham mais sucesso do que outras no que fazem? Seria dom, vocação ou resultado de um esforço? Como os autores apontam, talvez a vida seja menos inspiração e mais transpiração.
Conversas com um jovem professor
O professor entra na escola e parece que nasceu para dar aula: sabe como lidar com os alunos, faz camaradagem com os colegas, dialoga com os pais. Nunca comete um deslize, passa muito bem o seu recado e todos o adoram. Será que nasceu sabendo ou foi aprendendo ao longo de alguns sucessos e outros tantos fracassos?Muitos são os livros que trazem teorias sobre a sala de aula, mas faltava um sobre a prática de ensinar. Não falta mais. Nestas “conversas” o leitor não encontrará citações de grandes obras, conhecerá experiências em classe. Tanto as que deram certo como as que fizeram o autor se arrepender depois.Professor com vasta experiência, dono de texto envolvente, Leandro Karnal discute os problemas cotidianos daqueles que lecionam: como dar aula, como corrigir provas, o que é necessário lembrar numa reunião com os pais. Em poucas palavras: como realmente lidar com as práticas escolares.Obra imprescindível para quem se aventura a ensinar.
Felicidade ou morte
De filmes e livros a propagandas de televisão, a todo momento somos instados a ser felizes. Pois, como diria o poeta, "é melhor ser alegre que ser triste". O desejo pela felicidade parece ser mesmo uma constante de nosso tempo. Aqui, Clóvis de Barros Filho e Leandro Karnal passeiam pela história e pela filosofia para pontuar como cada época e sociedade estabelecem sua própria definição das circunstâncias para o que seja uma vida feliz. E questionam se, sendo livres para escolher entre tantas possibilidades, estamos de fato mais próximos desse ideal. O livro é certamente um encontro feliz entre os dois autores, que não deixam de tocar em aspectos mais desafortunados do tema, presentes quase como uma sombra indissociável de nossa condição humana. Afinal, poderia a felicidade denunciar certo contentamento com o infortúnio alheio? Ou estaria ela no amor pelo outro? Sem a felicidade, o que nos resta? Mais de 65 mil exemplares vendidos
Preconceito: uma história
O que nos impende de viver respeitando as diferenças? Viagem implacável, este livro examina os efeitos deletérios do preconceito a partir de sua construção histórica. Ao apresentar o fenômeno como uma categoria cultural e demonstrar que não é sustentável frente ao pensamento objetivo, Leandro Karnal e Luiz Estevam investigam os mecanismos que permitem a subsistência de misoginia, LGBTfobia, xenofobia, racismo e capacitismo, analisando criticamente exemplos de sua manifestação em diferentes momentos. Resta uma esperança: se o preconceito é aprendido socialmente, ele pode ser desconstruído ― um movimento essencial para que conquistemos uma vida mais harmônica e justa.
Felicidade: Modos de usar
Um bate-papo entre três pensadores pop sobre um assunto que interessa a todo mundo: como ser feliz. O livro é resultado do debate entre Cortella, Karnal e Pondé em comemoração aos 15 anos da Editora Planeta no Brasil, realizado em maio de 2018. Durante uma hora e meia, os três discutiram o que é felicidade, o que ela significa, que caminhos podem nos levar a sermos pessoas mais felizes. Como sempre fazem, citaram outros filósofos e pensadores, deram exemplos pessoais e terminaram mostrando que ser feliz é possível – não o tempo todo, mas é possível para todos.
Crer ou não crer
O que pode dizer um homem que fez o voto de se dedicar a Deus a outro que está plenamente convencido de Deus não existe? O que pode ouvir um crente de um ateu? O que um ateu pode aprender? São questões assim que guiaram o encontro entre o padre Fábio de Melo e o historiador Leandro Karnal e resultaram neste livro. Um debate rico e respeitoso entre um cético e um católico que oferece uma referência importante aos brasileiros crentes e não crentes. Com coragem para provocar um ao outro e humildade para aceitar os argumentos, os autores discutiram pontos fundamentais, como se o mundo é melhor ou pior sem Deus e se a religião ajuda ou atrapalha. Questionaram o quanto a fé faz falta e discutiram as esperanças, os medos e a morte no horizonte de quem crê e quem não crê. Crer ou não crer é o resultado de muitas horas de conversa entre um dos padres mais amados do país com um dos mais populares historiadores. Uma obra que irá agradar e enriquecer milhões de leitores.
O dilema do porco-espinho: Como encarar a solidão
O historiador Leandro Karnal, um dos intelectuais brasileiros que, através de seus livros, palestras e vídeos, nos ajuda a pensar o mundo contemporâneo, discute uma questão presente na vida de todos: a solidão. A partir de referências de filósofos e da própria Bíblia, de fatos históricos e de romances, ele faz uma reflexão sobre a natureza de viver só - por pouco ou muito tempo, estando ou não acompanhado. Apresenta como a solidão é encarada no cinema, na literatura, na música, nas artes. Mostra que ela pode ser iluminadora e como Deus se revela aos solitários. O mesmo Deus que, segundo Gêneses, teria dito: “Não é bom que o homem esteja só; farei para ele alguém que o auxilie e corresponda.” E expõe como se desenvolveu a tradição judaico-cristã da solidão. Em O dilema do porco-espinho, Karnal viaja pela modernidade líquida e analisa a solidão no mundo virtual e o isolamento. Discute dos amigos imaginários criados pelas crianças aos pensamentos de alguns filósofos, como Aristóteles, que dizia que a solidão criava deuses e bestas. Como a solidão é um tema que sempre o acompanhou e, segundo revela o próprio Karnal, tem crescido na maturidade, o autor escreve este livro como um ensaio pessoal. Ao dividir suas meditações, o autor convida o leitor, durante o ato da leitura, a deixar a solidão de lado e compartilhar seus pensamentos também.
Estados Unidos: A formação da nação
Obra essencial para compreender as origens dos Estados Unidos, claramente a maior potência mundial econômica, política e cultural dos nossos dias. Analisa desde o período pré-colonial, a colonização européia, os peregrinos, os puritanos, os índios e os negros, até a constituição de uma elite política e as derradeiras brigas com a metrópole, Inglaterra, que resultaram na Independência. Em um texto criterioso e original, Leandro Karnal oferece ao leitor a possibilidade de compreender o processo de formação de uma nação cuja forte presença na vida de todos os habitantes do planeta, nos dias de hoje, é motivo mais que suficiente para que se busque entender seu nascimento.









