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Luiz Felipe Pondé

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Desvende os mistérios da existência com a provocativa sabedoria de Luiz Felipe Pondé, o filósofo que transcende os limites do pensamento e desafia o status quo da sociedade

Luiz Felipe Pondé é filósofo, escritor e um dos intelectuais mais influentes do Brasil. Com sólida experiência acadêmica e forte presença na mídia, tornou-se referência em temas como religião, modernidade, comportamento e filosofia da religião. Autor de obras de destaque, como O Homem Insuficiente e Crítica e Profecia, Pondé é reconhecido por sua profundidade intelectual e pela habilidade de tornar conceitos filosóficos acessíveis e relevantes para o cotidiano.

Ao contratar Luiz Felipe Pondé como palestrante, empresas e instituições oferecem ao público uma oportunidade de vivenciar uma palestra de filosofia aplicada às empresas, que conecta ética, propósito e sociedade contemporânea à realidade corporativa. Sua eloquência e provocação intelectual estimulam reflexões críticas sobre autoconhecimento, tomada de decisão, cultura organizacional e os desafios do mundo moderno.

Com sua capacidade de inspirar e provocar transformações, Pondé é presença marcante em convenções de negócios, eventos empresariais e encontros de liderança, onde atua como palestrante para provocar reflexão corporativa e ampliar a visão de líderes e equipes sobre a complexidade do ser humano na sociedade atual.

Além de Luiz Felipe Pondé, temos + de 20 mil palestrantes, confira:

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Professor, Escritor e Filósofo
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Saiba Mais Sobre Luiz Felipe Pondé

Por que contratar Luiz Felipe Pondé?

Reflexões Filosóficas sobre a Existência: Pondé conduzirá o público em uma jornada intelectual, explorando as questões fundamentais da vida, da espiritualidade e do significado da existência humana.


Desafios da Modernidade: Descubra como a filosofia pode nos auxiliar a compreender e enfrentar os desafios da sociedade moderna, desde dilemas éticos até a busca por sentido em um mundo cada vez mais acelerado e tecnológico.


Filosofia da Religião: Pondé mergulha no universo religioso, apresentando reflexões profundas sobre a fé, a espiritualidade e o papel da religião na vida contemporânea.


Pensamento Crítico e Provocativo: Através de sua eloquência, Pondé estimula o pensamento crítico e o questionamento das ideias pré-estabelecidas, inspirando o público a buscar uma compreensão mais profunda do mundo ao seu redor.


Ética e Valores na Sociedade: Explore as questões éticas e morais que permeiam a sociedade atual, conduzindo uma reflexão enriquecedora sobre a importância dos valores humanos em meio às transformações culturais e tecnológicas.


Temas Abordados

Educação

Carreira

Crise

Literatura

Diversidade

Ética

Valores

Gestão

Corrupção

Autoconhecimento

Injustiça Social

Filosofia

Responsabilidade Social

Comportamento

Política

Luiz Felipe Pondé

Palestra(s)

É com histórias inspiradoras e conhecimento profundo que apresentamos novas formas de pensar.

PSAPSAPSA

#Palestradestaque

Dor e mudança

A cultura da vitimização

#Palestradestaque

Felicidade: Trancos e Barrancos

Palestra do filósofo alerta para a toxicidade das redes sociais e a saturação da informação, que criam tensão. Nesta palestra, Pondé traz um vocabulário de fácil compreensão exemplos práticos e as seguintes reflexões: - Quanto custa a sua felicidade?; - O que ela significa?; - Que caminhos podem nos levar a sermos pessoas mais felizes?

BIBLIOTECA DE Luiz Felipe Pondé

Explore conteúdos adicionais e exclusivos

Livros

O Agente Provocador: Uma metralhadora giratória contra a indigência mental e os donos das verdades absolutas

Com seus artigos na Folha de S.Paulo e as tiradas ferinas no programa Linhas Cruzadas , na TV Cultura, Luíz Felipe Pondé conquistou uma legião de seguidores. E também inimigos, para os quais ele daria um único conselho: leiam e tentem escapar do poço da ignorância. Para ele, fica mais fácil entender as complexidades do mundo atual a partir da ótica dos grandes pensadores. De Descartes, Pascal e Hume a Hobbes e Rousseau; de Montesquieu, Kant, Popper e Tocqueville a Nietzsche, Camus e Sartre, para citar apenas alguns. Neste livro, escrito em formato de entrevista entre os autores, além de temas como política, imprensa, censura, religião e redes sociais, o professor Luiz Felipe Pondé brinda os leitores com duas imperdíveis aulas de literatura , além de uma seleção de títulos como sugestão de leitura complementar, para entender todos os assuntos trazidos por ele. O livro também pode ser de grande ajuda para aqueles que, a partir da leitura de meia dúzia de livros, acreditam ser proprietários de todas as verdades. E se esquecem do alerta de Bertrand Russell: “só os tolos estão sempre cheios de convicção, enquanto os sábios estão cheios de dúvidas”.

Livros

Da Alma e dos Ossos: Aforismos de Crítica Cultural: uma Ciência Melancólica

Nesta obra, Pondé não se preocupa em oferecer soluções ou promessas de salvação. Ao longo de breves ensaios e aforismos, somos convidados a refletir sobre o que nos rodeia ― a cultura, o espírito do tempo, e a efemeridade do leitor moderno. Como Adorno nos lembrou, escrever é pensar com o lápis, e aqui o pensamento se dá sem rodeios, sem paciência para as cobranças do mundo ou as inquietações superficiais do século 21. Não espere definições complexas ou verdades absolutas. Ao invés disso, Pondé nos conduz por um caminho filosófico onde a cultura é analisada a partir dela mesma ― um mergulho direto nas profundezas do espírito afogado nas tolices do tempo. Este é um livro para quem busca mais perguntas do que respostas.

Livros

Fragmentos filosóficos de horror

"Em Fragmentos filosóficos de horror, Luiz Felipe Pondé – autor de diversas obras de cunho questionador pelas vias de temas por vezes controversos – nos leva a refletir sobre o horror que se desprende da realidade, quando nos arriscamos a conhecê-la para além das sombras da ignorância. Tais sombras, por sua vez, não se encontram apenas na realidade, mas fazem parte de nossa própria experiência humana no mundo em que vivemos. O tema do horror, enquanto um conceito unificador de diferentes problemáticas, transita em vinte e cinco ensaios e crônicas, que descortinam os fragmentos escondidos na religião, na psicanálise ou nas discussões filosóficas. É também por meio do horror que Pondé acessa a política, a democracia e a estupidez, além de apresentar a defesa de uma medicina tão dramática e horrorosa quanto pode ser a filosofia. Os textos pressupõem, ainda, a descrição apressada que fazemos da vida, da deformação, do miasma ou do amplo espectro de ansiedades e dissonâncias provenientes da incerteza ou da busca pela objetividade. Escrito para leitores e leitoras que se permitam avançar por paisagens aterrorizantes, como sugeriu H. P. Lovecraft em uma das epígrafes deste livro, Fragmentos filosóficos de horror compõe um percurso fundamental para sermos capazes de viajar muito longe, para além das ilhas de ignorância plácida que nos circundam."

Livros

Diálogos sobre a natureza humana: Perfectibilidade e imperfectibilidade

Diálogos sobre a Natureza Humana é o novo livro do professor Luiz Felipe Pondé, onde ele apresenta diálogos com os grandes pensadores ocidentais, como Platão, Santo Agostinho, Freud etc., a fim de tentar mapear uma profunda análise sobre a natureza humana e sua capacidade de ser perfectível ou imperfectível. Mas o que é perfectibilidade e imperfectibilidade no olhar filosófico? Perfectibilidade não é abordada aqui no sentido de domínio da técnica, como, por exemplo, tornar-se um grande expert em medicina. A perfectibilidade está intimamente associada à noção de evolução e desenvolvimento contínuo do indivíduo, ou da humanidade como um todo; não se trata de uma evolução no sentido adaptativo, darwinista, mas da capacidade de aperfeiçoar ou melhorar algo ou alguém. A ideia é que, por meio da educação, do conhecimento, da moralidade, os indivíduos e a sociedade podem melhorar e atingir estados cada vez mais elevados de perfeição, mesmo que tal estado ideal possa nunca ser plenamente alcançado. Por outro lado, o termo imperfectibilidade diz respeito à natureza inerentemente imperfeita dos seres humanos e das estruturas sociais. Reconhece-se que os seres humanos são falíveis e limitados em suas capacidades, e que a sociedade é complexa, com sistemas imperfeitos que podem não ser completamente corrigidos ou aprimorados. Da Grécia Antiga, passando pelo cristianismo até o Iluminismo, Pondé convida o leitor a analisar os conceitos de perfectibilidade e imperfectibilidade nos âmbitos político, social, religioso e filosófico. Com farta bibliografia de apoio, Diálogos sobre a Natureza Humana é essencial para a compreensão da sociedade atual, especialmente para aqueles que a têm por objeto de estudo

Livros

A filosofia e o mundo contemporâneo: Meditações entre o espanto e o desencanto

Em A filosofia e o mundo contemporâneo: Meditações entre o espanto e o desencanto, Luiz Felipe Pondé – um dos maiores e mais controversos pensadores do nosso país – nos convida a conhecer a dualidade que marcou os primórdios da filosofia e que nos acompanha até hoje: o espanto diante de uma natureza complexa e exuberante, e o desencanto frente ao indecifrável universo, do qual somos apenas uma ínfima parte. Dividido em mais de vinte meditações que transitam por diversos temas da contemporaneidade, como o desapego, o liberalismo, a saúde mental, o envelhecimento e a morte, entre outros, Pondé nos mostra que, embora não haja resposta definitiva para as questões que nos afligem, é inevitável que oscilemos entre o espanto e o desencanto ao longo da vida, caso contrário não sobreviveríamos aos mistérios que assolam a condição do homem enquanto ser finito e pensante. Escrito para leitores que se permitem refletir em profundidade, A filosofia e o mundo contemporâneo: Meditações entre o espanto e o desencanto é uma viagem fundamental para compreender temáticas da nossa realidade no tempo presente, vistos sob o instigante e milenar prisma filosófico.

Livros

(In)felicidade para corajosos

Um dos mais populares e polêmicos pensadores da atualidade, o filósofo Luiz Felipe Pondé não é, exatamente, um otimista. Pelo contrário: sabe como poucos apontar as mazelas da sociedade e as contradições do comportamento humano. Escrever um livro sobre felicidade poderia, portanto, parecer uma incongruência. Poderia, mas não é. Apesar do debate sobre felicidade existir há quase dois mil anos, o filósofo busca inspiração em algumas dezenas de pensadores para versar sobre a lógica da felicidade e da infelicidade. Nada que se assemelhe a um manual de autoajuda. Pondé não oferece uma receita. Ele estimula o leitor a fazer exercícios filosóficos. Discute, questiona mas também oferece a sua opinião Argumenta, por exemplo, que ser bom não garante nada e que a ambição desmedida é um motor poderoso para a infelicidade. E afirma ser difícil pensar em parâmetros da felicidade no século XXI: o século da mentira que, segundo o filósofo, está sendo definido pelo marketing e pela psiquiatria. Talvez o leitor não termine (in)Felicidade para corajosos exatamente feliz – mas terá alimentado a cabeça e o espírito pensando a respeito.

Livros

A era do niilismo: Notas de tristeza, ceticismo e ironia

"A modernidade é um surto psicótico razoavelmente bem-sucedido (até então). Um surto funcional, dito em linguagem mais técnica. Denomino esse surto como a era do niilismo." Em A era do niilismo: notas de tristeza, ceticismo e ironia, Pondé investiga os sentimentos de angústia e desesperança que incidem sobre os mais diversos âmbitos da vida e da humanidade. Ao se apoiar na vasta produção literária russa do século XIX e nos estudos filosóficos a partir do mesmo século, o autor constrói argumentos para atestar que não se trata apenas de uma sensação, mas sim do espírito de uma época.

Livros

Política no Cotidiano: A ironia como método de sobrevivência

"Política e religião sempre andaram juntas: na Pré-história, na Antiguidade, desde sempre e até hoje, mesmo que sob formas não tão evidentes." "O cotidiano saturado de políticas permeadas pelas guerras culturais tem vocação beligerante contínua." "Seja lá o que for a ‘verdade’, ela nunca interessou à democracia na construção cotidiana do poder." "O homem comum não se preocupa muito com liberdade de expressão e troca facilmente qualquer regime por uma janta melhor. É um fetiche achar que o homem comum ama a democracia." "A política no cotidiano é a colonização deste por aquela. Aviso que a consciência desse processo pode causar mal-estar em quem decidir segui-lo até o fim. Esse processo pode ser de algum modo libertador, como toda forma de expectativa superada sempre é. Só se pode refletir a sério acerca da política sem alimentar qualquer expectativa com relação a ela. Pensar sobre a política do cotidiano é olhar de perto como distintas formas de poder se espalham e inundam o mundo para além das próprias instituições políticas e seus profissionais, e não apenas pensar no cotidiano como um dia atrás do outro."

Livros

Notas sobre a esperança e o desespero

“Não pretendo oferecer um roteiro de como entender o desespero e daí postular alguma forma de esperança. [...] Talvez cheguemos, no fim, a contemplar algum tipo de esperança, mas não terá sido uma ideia construída antes da escrita em si. A escrita, aqui, segue atormentada pela possível vitória do desespero. Este é meu convite a você”, escreve Luiz Felipe Pondé em uma das 20 notas nas quais divide seu novo livro. Ao discorrer sobre os temas, o próprio autor nos lembra de que é um “filósofo, muitas vezes, cético, irônico e niilista”. Entretanto, admite: “Devo confessar, apesar do meu niilismo ser sincero, ele não é pleno. Laivos de esperança me acometem algumas vezes, e, até hoje, não sei de onde vêm. Toda vez que pressinto o bem, suspeito de um milagre. E isso me levou a estudar mística, filosofia da religião e teologia. Fui a essas disciplinas para não me sentir só.” E continua, mais adiante: “O tema do desespero me acompanha desde muito jovem. O da esperança passou a me espantar há pouco tempo. Para mim, a esperança nasce do solo do desespero, da falta absoluta de razão para tê-la. Por isso é uma virtude (como se diz no catolicismo, uma virtude teologal) improvável. Um milagre. Mas a virtude sempre guarda uma relação muito próxima com seu oposto, assim, toda ética é um combate.”

Livros

Aforismos imorais: para canalhas honestos

Aforismos imorais: para canalhas honestos é o novo e provocante título da obra de Luiz Felipe Pondé. Como deixa bem claro, a obra não é para feministas nem para homens que se consideram feministas. De acordo com o autor, o livro é uma obra para “aquele que confessa que gosta de mulher e perde a cabeça por isso. Não que isso o justifique moralmente. Pelo contrário: o que caracteriza a honestidade na canalhice sexual é saber-se além de qualquer desculpa moral ou psicológica. Daí sua honestidade”.

Livros

Você é ansioso?

Para você que não para de roer as unhas Quando decidiu escrever sobre ansiedade, o mundo ainda não conhecia a COVID-19. Mas, sob a antiga normalidade, Pondé entendia a ansiedade como um dos temas mais preocupantes e inquietantes para todos: dos seus jovens alunos universitários aos leitores mais velhos de suas colunas no jornal; de quem se via ansioso por uma falta de sentido na vida aos que mal tinham tempo para perceber isso. "Somos todos ansiosos", dizia ele, com razão. À medida que escrevia e a pandemia se espalhava mundo afora, foi percebendo que a ansiedade havia se tornado um marco da nossa era com todos os tipos de medos provocados pelo vírus. O "timing" para o livro parecia perfeito – assim como a sua intenção. A partir da filosofia, sua área de atuação, ele analisa como o comportamento e a cultura têm produzido e lidado com esse novo paradigma que é a ansiedade como perspectiva de mundo. Explica a nossa ansiedade contemporânea e aponta possíveis formas de lidar com ela. Pondé estuda algumas das inúmeras fontes do problema: desde as redes sociais e internet aos avanços da medicina, passando pela emancipação feminina, o desemprego e a competitividade no mercado de trabalho, fatores como o imperativo da felicidade, a coisificação das pessoas e o receio sobre o futuro da democracia. Até porque, segundo ele, a melhor forma de enfrentar a ansiedade é aceitar que ela jamais vai acabar e que atinge a todos nós. "Se somos todos ansiosos, temos razão para sermos. Não se trata de um bando de idiotas ansiosos porque são bobos. Trata-se, antes de tudo, de um bando de ansiosos porque são informados". É um consolo...

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Quem tem medo do lobo mau?: O impacto do politicamente correto na formação das crianças

Seria um abuso sexual o príncipe roubar um beijo da Bela Adormecida? Quem brinca de polícia e ladrão pode virar bandido? Games violentos criam assassinos? Mas quem nunca matou uma formiga? E quem nunca 'roubou pão na casa do João'? O filósofo Luiz Felipe Pondé se une aqui a Ilan Brenman, psicólogo e premiado autor de livros infantis, para fazer um panorama do politicamente correto e discutir suas influências na formação das crianças e, consequentemente, dos adultos que elas se tornarão. Os autores mostram que essa verdadeira patrulha do pensamento tem nos feito perder a capacidade de interpretar a vida, com seus símbolos e suas ironias. Com isso, vemos um número cada vez maior de pessoas com dificuldades em lidar com as emoções que sentem, deprimidas e inseguras. A obra provoca a refletir: talvez o lobo mau não viva apenas nos contos de fadas, mas esteja a nos espreitar na escola, na família, na política, na sociedade, enfim. Para enfrentá-lo, ser livre para pensar e se expressar é fundamental.

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Saudades de Deus e Outros Textos

Quando foi convidado para escrever uma coluna semanal na “ilustrada”, Luiz Felipe Pondé recebeu de Otavio Frias Filho, então diretor de redação da Folha de S. Paulo, a indicação de “quebrar o coro dos contentes”, isso é, desfazer consensos dos leitores sobre o que parece bom ou mau, certo ou errado. Essa é a árdua – e nem por isso menos prazerosa – tarefa que Pondé, um dos principais filósofos da atualidade, vem realizando com coragem e galhardia ao longo de mais de dez anos, sem deixar de publicar uma coluna sequer. Naturalmente dotado de uma vocação para a iconoclastia, definida por ele próprio como “a arte de não ter medo da opinião alheia, coisa rara em um mundo intelectual que agoniza sob a bota do ressentimento dos ofendidos profissionais”, Pondé talvez tenha sido o primeiro dos muitos contentes cujas certezas ele desfez em favor da honestidade intelectual. Ao abandonar a faculdade de medicina para cursar filosofia, o jovem aspirante a filósofo decerto conhecia as intempéries da futura profissão. Mas percebeu desde cedo que a academia era pequena sem a mídia, e que a ele pouco interessava ficar restrito aos muros da universidade. Herdeiro declarado de “jornalistas filósofos” como Otto Maria Carpeaux, Paulo Francis e Nelson Rodrigues, Luiz Felipe Pondé não conhece tabu que não possa ser abalado, unanimidade que não mereça crítica e, acima de tudo, verdade que não deva ser proferida. A essa mistura de alta voltagem, soma-se ainda o humor irreverente com que o colunista brinda seu “caro leitor” semanalmente, e o resultado é uma legião de seguidores (entusiastas ou críticos, mas leitores fiéis) incapazes de permanecer indiferentes ao chamado da filosofia na segunda-feira logo pela manhã. Uma das vozes mais originais e corajosas de seu tempo, Pondé apresenta uma trajetória intelectual admirável, ilustrada por esta saborosa seleção de colunas, em que o leitor poderá revisitar seus textos mais emblemáticos, num voo panorâmico pelos principais temas do autor.

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Como aprendi a pensar: Os filósofos que me formaram

Um passeio pela história da filosofia Um dos pensadores pop mais respeitados pelo público e pela crítica, Luiz Felipe Pondé apresenta neste livro uma história da filosofia diferente – a história dele com a filosofia. E não só: ele cita romancistas como Nelson Rodrigues, cientistas como Charles Darwin, economistas como Karl Marx e os psicanalistas Sigmund Freud e Carl Jung. Todos foram importantes na formação deste intelectual que, semanalmente, através de artigos, aulas e vídeos, nos questiona e nos ajuda a pensar e a entender o mundo em que vivemos. Dividido cronologicamente em seis capítulos, Como aprendi a pensar começa na Antiguidade com os gregos e romanos, passa pela filosofia cristã dos primeiros séculos sob a forte influência de Agostinho e chega na idade medieval de São Tomás de Aquino. O renascimento, a formação da modernidade com o debate entre iluminismo e romantismo e, por fim, o contemporâneo. Não faltam tragédias como Antígona e Medeia e os filósofos estoicos, epicuristas e céticos que tanto influenciaram na formação de Pondé. “Sempre achei que os céticos têm, pelo menos, ‘alguma razão’ em duvidar da razão”, diz ele. Nietzsche, Dostoiévski e Camus dividem as páginas com seus colegas mais contemporâneos como o polonês Zigmunt Bauman, o francês Tristan Garcia e o romeno Émil Cioran. Como aprendi a pensar é um convite para pensar, seguindo uma constatação do próprio autor: “Filosofar é aprender a fazer perguntas significativas que nos tornam mais inteligentes e mais interessantes – não, necessariamente, mais felizes”.

Livros

Filosofia do cotidiano: Um pequeno tratado sobre questões menores

“Filosofar nunca foi sobre deixar você feliz. É que andam mentindo muito por aí. Filosofar está mais ligado ao despertar do sonambulismo. Essa é minha proposta nesta conversa com você.” “Quem tem medo de sofrer é incapaz de desejar.” “A obsessão pela felicidade faz de você um chato. Como escapar dessa armadilha? Escolher o fracasso? Não precisa, ele te achará. Viver sem fórmulas é o desafio.” “Uma certa dose de banalidade na vida é indício de alguma saúde mental, só gente doente e chata quer ser absolutamente relevante em tudo que faz.” O cotidiano nem sempre é tomado apenas por questões profundas. E nem só delas vive o homem, mas também de banalidades. Muitas vezes, ele é tomado por questões ‘menores’, e é a elas que nos dedicaremos aqui. O cotidiano tenderá a ser mais pobre no futuro. Mais entediante e previsível. Refletiremos sobre pequenas questões neste livro.”

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A era do ressentimento

Para o polêmico filósofo Luiz Felipe Pondé, é urgente sobrevivermos ao ridículo do mundo contemporâneo. E, para isso, devemos desprezá-lo de alguma forma. O livro, que foi escrito em 2014, adquire novas interpretações. “De lá pra cá o ressentimento piorou, sua mentira característica assumiu formas gourmet. Ressentimento gourmet é a mentira da mentira, uma espécie de metamentira.” “Em mil anos seremos esquecidos. A Idade Média perderá seu título de era das trevas, e nós receberemos essa maldição. Lembrarão de nós como mimados, ressentidos e covardes.”, comenta Pondé.

Livros

Felicidade: Modos de usar

O livro é resultado do debate entre Cortella, Karnal e Pondé em comemoração aos 15 anos da Editora Planeta no Brasil, realizado em maio de 2018. Durante uma hora e meia, os três discutiram o que é felicidade, o que ela significa, que caminhos podem nos levar a sermos pessoas mais felizes. Como sempre fazem, citaram outros filósofos e pensadores, deram exemplos pessoais e terminaram mostrando que ser feliz é possível – não o tempo todo, mas é possível para todos.

Livros

Espiritualidade para corajosos: A busca de sentido no mundo de hoje

Um guia sobre a fé. Crer ou não crer? Muito além da fé em qualquer religião, a espiritualidade é uma busca por uma conexão com algo maior, divino. Afinal, o ser humano não precisa de respostas para tudo – ou precisa? É a partir dessa busca que Luiz Felipe Pondé escreveu Espiritualidade para corajosos – a busca de sentido no mundo de hoje. Como ele mesmo diz, não se trata de um tratado sobre espiritualidade e nem um manual traçando sua história. “É um livro que parte de uma intuição: a vida não tem sentido evidente, portanto, é necessário dar um sentido a ela, como disse o escritor francês Albert Camus.” O filósofo confessa que, mesmo não tendo fé, ele se mostra encantado com a possibilidade de ter esperança – mesmo que não haja motivo seguro para tê-la. Pondé discute se é preciso ter coragem para manter uma vida espiritual e qual é a relação da espiritualidade com a moral, a ética e as regras da vida cotidiana. Confira alguns dos temas dos 31 curtos e inquietantes capítulos deste livro que já nasce

Livros

Marketing Existencial: a Produção de Bens de Significado no Mundo Contemporâneo

"Este não é um livro sobre marketing. É um livro sobre a existência", avisa o filósofo Luiz Felipe Pondé, logo na abertura de Marketing existencial. Seu objetivo não é indicar caminhos para o mercado, nem auxiliar os leitores a serem consumidores mais felizes. É analisar por que a produção de bens em nossa época foi, pouco a pouco, se confundindo com os anseios existenciais dos indivíduos e deixou de atender à mera satisfação de necessidades básicas. Neste século XXI, a difusão de "bens de significado" passa à vanguarda do mercado, conduzido por um "mar­keting existencial" que busca vender produtos não apenas materiais, mas, sobretudo, os imateriais, na forma de bálsamos para as angústias mais profundas das pessoas. Em sua provocante reflexão, o autor recorre à filosofia da existência - de Kierkegaard a Sartre, de Unamuno a Camus - para examinar como as questões essenciais dos seres humanos permanecem vivas e sem resposta, mesmo na "sociedade do cartão de crédito".

Livros

Amor para corajosos

'O poeta Vinícius de Moraes ensinava a amar 'porque não há nada melhor para a saúde que um amor correspondido'. Se não há nada mais importante do que amar, pensar o amor em suas diversas formas e vínculos é fundamental. Em Amor para corajosos, o filósofo Luiz Felipe Pondé conduz o leitor por um passeio sobre o tema. Não se trata de um manual para amar melhor ou um estudo acadêmico. Na sua tradicional prosa ao mesmo tempo provocativa e elucidativa, Pondé escreve uma série de ensaios que podem ser lidos aleatoriamente ou na ordem sugerida. Ele parte de uma diferença filosófica entre o que seria um 'amor kantiano' que busca estabilidade e respeito e um 'amor nietzschiano' aquele da paixão avassaladora. O foco principal é o amor romântico chamado pelos medievais de 'doença da alma'. Pondé usa a filosofia, as ciências sociais e a cultura para analisar questões eternas e outras mais contemporâneas. O amor pode conviver com rotinas? O amor tem cura? É ético abrir mão do amor em nome de obrigações familiares? Como saber se você é um canalha ou uma vagabunda? É possível confiar numa mulher? Como curar a atávica insegurança masculina? E quando o amor morre? Como o próprio título sugere, Amor para corajosos Reflexões proibidas para menores vai instigar o leitor ao exercício do amor. Afinal, segundo o próprio Pondé, o amor é uma experiência prática, jamais teórica. 'Se você nunca entendeu a razão de a literatura estar cheia de exemplos de pessoas que 'morrem de amor', nenhuma teoria do amor vai salvá-lo do vazio que é nunca ter sofrido de amor'.'

Livros

O que move as paixões

Nossa vida é movida por afetos. Entre eles, talvez, o que mais gere inquietações seja o amor. Nesse estimulante encontro de ideias, Clóvis de Barros Filho e Luiz Felipe Pondé mostram como, de Platão a teóricos contemporâneos, a filosofia tem tentado explicar as paixões e lidar com elas. Afinal, como definir o amor? O que de fato amamos quando amamos? Seriam os afetos uma ameaça à razão, a ponto de serem temidos e até negados? Hoje, numa sociedade marcada pela desconfiança, e muito disposta em julgar – e condenar – o comportamento do outro, não é por acaso que muitas vezes escondemos nossos afetos. Nesse contexto, quais seriam os limites das paixões? Apenas o amor seria suficiente para garantir uma sociedade moralmente mais justa? Essas são algumas provocações que os autores trazem para debate nesse livro.

Livros

Filosofia para corajosos: Pense com a própria cabeça

O objetivo deste livro é ajudar o leitor a pensar com a sua própria cabeça. Para tal, o filósofo e escritor Luiz Felipe Pondé, autor de vários best-sellers, se apoia na história da filosofia para apresentar argumentos para quem quer discutir todo e qualquer tipo de assunto com embasamento. Afinal, os grandes filósofos estudaram, pensaram e escreveram sobre os temas essenciais com os quais ainda lidamos no mundo contemporâneo. O livro está dividido em três partes: 'Uma filosofia em primeira pessoa', onde o autor conta como ele entende a filosofia, 'Grandes tópicos da filosofia ao longo do tempo', que traz um repertório básico dos temas que todo mundo precisa conhecer mais a fundo, e 'Por que acho o mundo contemporâneo ridículo?', uma análise ferina da sociedade atual.

Livros

Verdades e mentiras: Ética e democracia no Brasil

É senso comum dizer que todo político mente. Mas não seria a verdade uma ilusão, uma impossibilidade que tornaria a mentira ética? Nesse livro, quatro respeitados pensadores de nosso tempo – Gilberto Dimenstein, Leandro Karnal, Luiz Felipe Pondé e Mario Sergio Cortella – debatem as fricções que envolvem a tensa relação entre ética e democracia, colocando em xeque as verdades e as mentiras que compõem o universo político nacional. Com opiniões por vezes divergentes, mas que se complementam, eles discutem o que, de fato, define um governo democrático e o quanto ele é reflexo de nosso posicionamento como cidadãos. Os autores trazem à conversa temas que tratam de práticas e dilemas da vida pública com que temos convivido já há bastante tempo e mostram que, mesmo em cenários de crise, há, sim, motivos para acreditar no exercício de uma democracia que tenha o coletivo como bem maior.

Livros

Guia politicamente incorreto do sexo

A praga do politicamente correto destrói, no campo do sexo e do afeto, inúmeras relações construídas entre homens e mulheres ao longo de milhares de anos. Relações que se formaram a fim de dar conta dessa insustentável paixão que um tem pelo outro, tanto nas suas formas legítimas, como o casamento e a família, quanto nas suas formas ilegítimas, como o adultério e os segredos de alcova. Dedico este livro a todas as mulheres e homens que sobreviverão à estupidez do politicamente correto. No caso específico das mulheres, principalmente, às mais belas, que sofrem mais com essa desgraça. Faço, aqui, uma homenagem a quem não teme o pântano que é a nossa alma. LUIZ FELIPE PONDÉ é filósofo, escritor e ensaísta. Doutor pela Universidade de São Paulo e Université de Paris VIII, Pondé é também autor dos livros Crítica e Profecia, Contra um mundo melhor, Guia Politicamente Incorreto da Filosofia e Filosofia da Adúltera, todos publicados pela LeYa. Escreve semanalmente para a Folha de S.Paulo.

Livros

A Era Do Ressentimento. Uma Agenda Para O Contemporâneo

Luiz Felipe Pondé, o filósofo mais polêmico do país, aponta suas armas para a mediocridade contemporânea. É urgente sobrevivermos ao ridículo do mundo contemporâneo. E para sobreviver a ele devemos desprezá-lo de alguma forma, como dizia o mestre Carpeaux. A verdadeira sabedoria passa, em algum momento, pelo desprezo do mundo a sua volta. Uma agenda para o contemporâneo é um ato de coragem. Sua missão é nos fazer ver quem somos numa época afogada em narcisismo. Assim como quem atravessa o deserto, sem água e comida, alguns de nós, contemporâneos, que não desistimos do fardo animal de nossa consciência, apontaremos o dedo indicador em direção ao horizonte, acreditando que pensar, trabalhar, falar e escrever ainda são as melhores formas de resistir ao nosso abandono na Terra. Continuaremos a retirar o sentido das pedras, como antes de nós faziam nossos patriarcas pré-históricos, porque ele não habita nenhum outro espaço a não ser o das nossas entranhas. Ofereço esta agenda a todos que, como eu, estão fugindo das modas de um mundo viciado em seus próprios ridículos fantasmas de sucesso. Assim como Freud traiu nossa falsa inocência infantil, pretendo trair nossa mediocridade. Este livro deve ser lido como uma série de ondas (ensaios e aforismas) que atingem a praia e se acumulam, uma depois da outra, desenhando nosso rosto na areia.

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A filosofia da adúltera

Luiz Felipe Pondé inspira-se em Nelson Rodrigues nesta obra ácida sobre um cotidiano proibido – que quase sempre negamos, quase sempre deixamos escondido. Uma obra que vai, no mínimo, incomodar o seu leitor. “Este livro é escrito sob o espírito da adúltera. A mulher que representa a condição humana como escrava do desejo. Que experimenta o tédio miserável da carne. Que conhece a tristeza da cobiça. Que sente o peso do abandono e da mentira social. Que peca como respira.”, diz o autor.

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Guia politicamente incorreto da filosofia

Em 'O Guia Politicamente Incorreto da Filosofia', Luiz Felipe Pondé busca desbravar a história do politicamente correto, através do pensamento de grandes filósofos, como Nietzsche, Darwin, o escritor Nelson Rodrigues, entre outros. Dividido por temas, a obra se baseia em conceitos defendidos por grandes filósofos do mundo inteiro para abordar assuntos como capitalismo, religião, mulheres, instintos humanos, preconceito, felicidade e covardia.

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Contra um mundo melhor: Ensaios do afeto

“Ao longo dos ensaios e dos fragmentos, o leitor perceberá que sou contra um mundo melhor, que sou cético e que carrego uma sensibilidade trágica, independentemente de minha vontade filosófica. E por quê? Porque o que nos humaniza é o fracasso, homens e mulheres muito felizes não são homens e mulheres. Tenho medo de pessoas muito felizes. A consciência trágica, seja ela cósmica, seja miserável, miúda e cotidiana, determina o horizonte onde se move o humano. Dedico essas palavras a todos os nossos fracassos, e com esses olhos atentos ao medo que porta seu nome próprio é que o leitor deve ler estes ensaios e fragmentos aos pedaços.” - Luiz Felipe Pondé

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Do Pensamento no Deserto. Ensaios de Filosofia, Teologia e Literatura

Coletânea de ensaios escritos entre 2000 e 2006, alguns deles inéditos e outros publicados em periódicos acadêmicos, nos quais o filósofo Luiz Felipe Pondé trata de temas relacionados a filosofia e teologia. O autor é um crítico da modernidade, no sentido conservador do termo. Para ele, a esterilidade de nosso tempo se traduz de forma absoluta, seja no campo da crítica à instrumentalização da vida, seja na euforia tecnológica e hedonista característica daqueles que apostam na emancipação prometida pelo progresso técnico e o estímulo sensual. No espaço destes ensaios, Pondé tenta compreender algumas questões da tradição do pensamento ocidental que afetam a chamada condição humana, presentes na matéria histórica contemporânea, e seu alcance epistemológico e moral.

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Conhecimento na Desgraça. Ensaio de Epistemologia Pascalina - Coleção Ensaios de Cultura

Blaise Pascal (1632-1662), autor de Pensées, um dos clássicos da literatura francesa, é conhecido por múltiplas qualidades: filósofo, teólogo, físico e geômetra. Ao longo deste livro, o autor explora aspectos bastante importantes de sua obra: o reconhecimento dos limites da razão e o lugar da ciência num mundo que, do ponto de vista da filosofia teológica pascaliana, caiu em desgraça. O autor entrega-se à reflexão em diferentes campos do conhecimento ao discutir a obra de Pascal, atentando para as colocações antropológicas, epistemológicas e teológicas nela presentes, permitindo ao leitor a compreensão em toda a sua atualidade. Todos aqueles que buscam um referencial sólido para esses debates encontrarão em conhecimento na desgraça uma perspectiva instigante, a qual possibilita a abordagem da ciência, do conhecimento e da ideia de natureza de maneira crítica e refinada, tanto por meio dos argumentos pascalianos como pelos comentários do autor, que contribui para a formação de uma visão crítica de mundo.

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Crítica e profecia

Nova edição de Crítica e profecia – a filosofia da religião em Dostoiévski, é essencial para leitores do grande escritor russo. Esta obra tem como base o legado, os personagens e a vida de Dostoiévski. Resultado de aulas de Pondé na pós-graduação em ciências da religião da PUC-SP, este livro analisa a filosofia de Dostoiévski em relação a temas intrínsecos ao ser humano. O filósofo brasileiro também associa o tema a pensadores como Bakhtin, Evdokimov, Heschel, entre outros, para uma jornada de interpretação da religiosidade e de temas morais na obra de Dostoiévski.

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O Homem Insuficiente

Uma das dificuldades ao se tratar da antropologia pascaliana é a tendência contemporânea em reduzi-la sempre a uma de suas extremidades temáticas: ou Pascal é um teólogo jansenista, portanto datado, ou é um moralista cético, assombrado pela religião. Para Luiz Felipe Pondé, Pascal é essencialmente um pensador do mistério da existência humana, em termos teológicos, embora participe da rica tradição moralista francesa, praticando uma fenomenologia empírica das fraquezas e misérias humanas. Não faz psicologia, mas espiritualidade. Como se o filósofo abandonasse a diferença entre homem interior e exterior, assumindo, aliás, que a acentuação exagerada dessa diferença é uma razão segura para perder de vista um projeto consistente de antropologia.

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