
Marcos Scussel
"Líderes transformam vidas e organizações ao alinhar propósito, educação e intencionalidade na construção de legados."
Marcos Scussel é reconhecido por sua atuação como palestrante, educador, gestor, mentor e consultor, tendo como lema inspirador: "Líderes transformam vidas e organizações ao alinhar propósito, educação e intencionalidade na construção de legados." Com vasta experiência nas áreas de liderança, motivação, comunicação, educação, e desenvolvimento humano, Marcos Scussel se destaca por sua abordagem abrangente e inspiradora. É graduado em Filosofia, mestre em Educação e doutor em Teologia, com ênfase na relação entre educação e religião. Sua formação é complementada por especializações nas áreas de gestão, currículo, finanças corporativas, desenvolvimento de pessoas e lideranças, além da formação como conselheiro de empresas e master coach. Participou de mais de 15 imersões educacionais e empresariais internacionais, ampliando sua visão sobre tendências, práticas de excelência e contextos diversos de aprendizagem, liderança e gestão. Com mais de 30 anos de experiência na área educacional, Marcos Scussel traz em sua bagagem uma jornada marcada por desafios que o fortaleceram. Desenvolvimento de lideranças, crescimento e resultados expressivos nas áreas acadêmicas, financeira e de relacionamento marcaram sua trajetória por onde passou. As palestras de Marcos Scussel são verdadeiras fontes de inspiração e conhecimento, capazes de instigar a reflexão e promover a transformação pessoal e profissional dos ouvintes. Seu vasto repertório de temas, que vão desde a ética, inteligência emocional, comunicação de lideranças até a gestão estratégica, reflete sua abordagem holística e sua paixão por contribuir para o desenvolvimento humano. Marcos Scussel palestrante é uma figura que transcende fronteiras, tendo visitado mais de 15 países em busca de novas propostas educativas e experiências enriquecedoras, conectando tendências mundias com a realidade brasileira. Sua visão única sobre liderança, valores e propósito, aliada a sua experiência prática como gestor e consultor, o tornam uma referência no cenário de palestras para professores, lideranças e profissionais em busca de crescimento e aprimoramento.

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Palestra(s)
É com histórias inspiradoras e conhecimento profundo que apresentamos novas formas de pensar.
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Educação que Transcende: estratégias globais para engajar e inspirar professores e alunos
Como engajar professores e inspirar alunos em tempos de tantos desafios, demandas e excesso de informações? Nesta palestra, Marcos Scussel compartilha aprendizados de 15 imersões educacionais em países como Japão, Singapura, Israel, China, Emirados Árabes, Itália, Suíça, entre outros. São experiências vividas em escolas de referência mundial, traduzidas para a realidade brasileira de forma prática e acessível. Não se trata de receita pronta ou de caminhos engessados, mas de cultura, ideias, pr...
#Palestradestaque
Da Sobrevivência ao Propósito: como transformar escolas e engajar comunidades
Hoje, muitas escolas de educação básica no Brasil estão presas no modo sobrevivência: brigando por preço, enfrentando falta de engajamento de professores e famílias, e sem um posicionamento claro que as diferencie no mercado. É verdade que aprendemos para sobreviver e, de fato, o modo sobrevivência atinge cenários diversos, incluindo o contexto da Educação. Os últimos tempos têm desafiado a Educação Básica no Brasil, e se torna comum a recorrência dos temas como nível de satisfação das família...
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O Custo Invisível : Como empresas perdem milhões ao ignorar saúde das equipes
Não há resultado sem cuidado: liderança, educação e prevenção dos riscos psicossociais O capítulo “Não há resultado sem cuidado”, escrito para o livro O Custo Invisível: Como Empresas Perdem Milhões ao Ignorar a Saúde das Equipes, parte de uma constatação cada vez mais urgente: nenhuma organização consegue sustentar bons resultados quando ignora a saúde, a dignidade e a experiência humana das pessoas que realizam o trabalho. Durante muito tempo, o sofrimento emocional foi tratado como uma questão individual, associado à falta de resiliência ou à incapacidade de lidar com a pressão. Essa visão, porém, desconsidera um aspecto essencial: muitos processos de adoecimento são produzidos ou agravados pela forma como o trabalho é organizado, pela qualidade das relações, pela ausência de clareza e pelo modo como a liderança conduz pessoas e resultados. A discussão sobre os riscos psicossociais e sobre a nova NR-01 amplia essa responsabilidade. Mais do que cumprir uma exigência normativa, empresas e instituições são chamadas a repensar sua cultura. Afinal, os ambientes de trabalho não produzem apenas metas, indicadores e resultados. Eles também produzem segurança ou medo, pertencimento ou isolamento, sentido ou exaustão. O problema não está na existência de metas, cobranças ou avaliações. Toda organização precisa de direção e acompanhamento. O risco surge quando a meta deixa de ser instrumento de orientação e se transforma em mecanismo de opressão; quando a cobrança substitui o diálogo; quando o erro é tratado como culpa moral; quando a liderança controla, mas não orienta; quando a comunicação é agressiva e o cuidado é visto como perda de tempo. O capítulo mostra que práticas abusivas e ambientes adoecedores não devem ser compreendidos apenas como problemas individuais ou episódios isolados. Eles podem revelar uma cultura institucional que normalizou o medo, a humilhação, a desorganização ou a indiferença. E uma cultura que produz resultados à custa do sofrimento humano pode até funcionar por algum tempo, mas dificilmente será sustentável. Essa reflexão também é fundamental para as escolas. A instituição educacional tem a missão de formar pessoas, desenvolver valores e preparar cidadãos para a vida em sociedade. Porém, existe uma incoerência profunda quando uma escola fala em formação integral, mas oferece aos seus professores, coordenadores e gestores um ambiente marcado por sobrecarga, falta de escuta, comunicação falha e ausência de apoio. Não é possível formar integralmente alunos em uma instituição que adoece aqueles que educam. A qualidade pedagógica depende de currículo, metodologia e avaliação, mas também depende da qualidade humana do ambiente em que o processo educativo acontece. Por isso, o capítulo propõe uma liderança preventiva, capaz de atuar antes que o sofrimento se transforme em afastamento, crise ou denúncia. Essa prevenção passa por quatro movimentos fundamentais: • Escuta: perceber sinais de sobrecarga, tensão e desmotivação antes que se transformem em ruptura. • Acolhimento: corrigir sem humilhar, orientar sem intimidar e tratar as pessoas como pessoas, não apenas como funções. • Clareza organizacional: estabelecer processos, prioridades, responsabilidades e formas de comunicação que reduzam o caos e a ambiguidade. • Propósito: conectar o trabalho cotidiano a um sentido maior, evitando que a organização se transforme em uma máquina de desempenho sem significado. O texto também aborda quatro dimensões integradas do cuidado humano: física, emocional, intelectual e espiritual. Cuidar da saúde das equipes não significa transformar empresas ou escolas em espaços terapêuticos, nem eliminar a exigência profissional. Significa reconhecer que pessoas cansadas, desrespeitadas, desorientadas ou sem sentido dificilmente conseguirão sustentar criatividade, compromisso e excelência por muito tempo. A mensagem central é direta: o cuidado não reduz a exigência; ele qualifica a exigência. O acolhimento não elimina a responsabilidade; ele humaniza a responsabilidade. A escuta não enfraquece a liderança; torna a liderança mais legítima. Esse capítulo pode servir como ponto de partida para palestras, encontros formativos e programas de desenvolvimento voltados a empresas, escolas e lideranças que desejam transformar a prevenção dos riscos psicossociais em uma prática concreta de gestão. A proposta não é apenas falar sobre saúde mental depois que o problema aparece. É ajudar instituições a responderem, com honestidade, a uma pergunta decisiva: Que tipo de ambiente estamos construindo antes que o sofrimento se torne visível? Porque, no fim, não há resultado sustentável sem cuidado com as pessoas. Nas empresas, essa é uma questão estratégica. Nas escolas, é também uma questão moral, pedagógica e institucional.










