
Monja Coen
Um oceano de sabedoria que guia mentes e corações em busca da paz interior e da plenitude do momento presente
Monja Coen é uma das palestrantes mais reconhecidas do Brasil quando o tema é espiritualidade, equilíbrio e qualidade de vida. Missionária da tradição japonesa Soto Zen, ela se tornou uma referência ao levar os ensinamentos da meditação, mindfulness e sabedoria budista para diferentes públicos, sempre com linguagem clara, acessível e profundamente transformadora.
Antes de sua jornada espiritual, atuou como jornalista, experiência que fortaleceu sua habilidade de comunicação e sua sensibilidade em traduzir conceitos complexos em mensagens práticas para o dia a dia. Autora de livros como Viva Zen e Sempre Zen, inspira reflexões sobre propósito, paz interior e compaixão.
Ao contratar palestrante Monja Coen, empresas e instituições oferecem ao seu público uma experiência única, unindo espiritualidade e autoconhecimento com temas atuais como ética no trabalho, liderança consciente, bem-estar corporativo e saúde mental. Sua presença em eventos de autoconhecimento, convenções empresariais e encontros sobre propósito é um convite para cultivar equilíbrio, resiliência e novas formas de enxergar a vida no mundo contemporâneo.
Além de Monja Coen, temos + de 20 mil palestrantes, confira:

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"Só agradecer, mesmo. Atendimento de excelência e paciência em me ajudar a solucionar os trâmites internos. PSA, vocês são ótimos nisso!"
"Fomos muito bem atendidos e acompanhados. A reunião de alinhamento com o palestrante foi ótima; foi muito atencioso e construiu uma palestra em cima do que foi proposto."
"O curador foi muito atencioso em atender nossa demanda, ficamos com muita dúvida na escolha e ele trouxe várias opções dentro do alinhamento que tivemos sobre nosso perfil. Ele foi assertivo."
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Monja Coen
Palestra(s)
É com histórias inspiradoras e conhecimento profundo que apresentamos novas formas de pensar.
#Palestradestaque
VIDA MORTE
O SENTIDO DA EXISTÊNCIA
#Palestradestaque
Palestra customizada
As palestras da Monja Coen englobam os mais variados temas possíveis, sempre com foco em saúde mental e inteligência emocional. Para isso, o cliente enviará uma sugestão de pauta para que a Monja Coen elabore a palestra de forma totalmente customizada.
BIBLIOTECA DE Monja Coen
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Em cada instante nascemos e morremos bilhões de vezes
Estamos todos envelhecendo juntos. A Terra, o Universo, os períodos do dia, o sol, a lua e nós, seres humanos. Desde o momento em que nascemos, já começamos a envelhecer. Trata-se de um processo único, que se inicia antes mesmo de existirmos, que recomeça a cada vez que despertamos e cujo fim somos incapazes de determinar. No livro Em cada instante nascemos e morremos bilhões de vezes , a fundadora da Comunidade Zen- Budista Zendo Brasil, Monja Coen, apresenta reflexões muito sensíveis a respeito do envelhecer, tema frequentemente temido e, por sua vez, evitado. De que maneira podemos encontrar mais leveza à medida que ficamos mais velhos? Como lidar com questões como as mudanças no corpo e na saúde ou uma eventual desmemória das coisas? Como compreender as vulnerabilidades envolvidas nesse processo e saber pedir ajuda? E de que forma devemos encarar a morte, que parece tão próxima? Pacientemente e com muita lucidez, alternando histórias pessoais, textos sagrados e considerações advindas da prática do zen-budismo, a autora convida o leitor a olhar para si e entender que o envelhecer é o resultado de todo o passado no presente e está acontecendo neste instante.
Ser feliz: É possível?: Um diálogo entre ciência e espiritualidade
Finalista do Prêmio Jabuti 2025 O que é preciso para ser feliz? Sucesso material? Um corpo saudável? Paz de espírito? Nesse livro, Monja Coen e o especialista em estudos sobre felicidade Gustavo Arns mostram como a espiritualidade, com suas tradições milenares, e a ciência, em suas mais recentes descobertas, têm muitos pontos em comum no entendimento do que é uma vida feliz. Buscar um estado de satisfação e contentamento é algo que move todos nós, mas precisamos ter cuidado para não nos perdermos no caminho. Como apontam os autores, a felicidade pode ser aprendida e praticada, com equilíbrio e autoconhecimento. Nesse sentido, a obra convida à reflexão sobre nossas escolhas e responsabilidades, a importância de acolhermos as emoções que sentimos – sejam elas boas ou ruins –, e de vivermos plenamente o presente.
Mãos em prece: seja a mudança que você quer ver no mundo
Ande direito por uma estrada cheia de curvas Temos de nos tornar a estrada, o caminho. Curvarmo-nos nas curvas, sem querer que a estrada, o caminho, seja como sonhamos ou desejamos individualmente. É como é. Fluir com o uir da caminhada é a rota do zen-budismo. Andar direito, corretamente. Sem apegos e sem aversões. – Monja Coen Roshi No escuro, a lanterna só ilumina três metros à frente. Assim é o caminho da vida. Somos capazes de enxergar apenas até onde a luz nos mostra. Para onde vamos? O que será no futuro? Como seguirá a humanidade após uma crise, uma catástrofe natural ou uma pandemia? A verdadeira resposta é que não sabemos. Mas o que sabemos é aquilo que podemos fazer hoje: agradecer, ter esperança e seguir em frente. É isso que a renomada autora Monja Coen Roshi apresenta nesta obra. A partir de textos escritos nos jornais cotidianos do templo Zendo Brasil, este livro apresenta a jornada deste verdadeiro marco na história do Budismo em nosso país. Neles encontraremos refl exões sobre a vida, a verdadeira jornada de todos nós. De como devemos ser capazes de agradecer em qualquer tempo, colocando nossas mãos juntas e fazendo a diferença naquilo que podemos e onde estivermos. Não importa o tamanho de nossa ação, mas sim que ela seja realizada: Espero que você, leitor ou leitora, possa, assim como eu, colocar as mãos palma com palma e oferecer o maior presente de todos a todos: a presença pura. Mãos em prece.
Sobre o amor
Amor não pode ser entendido apenas como um sentimento romântico, nem se limita a um ideário intimista, privatizado e egocentrado. O amor é exigente, nos leva a esvaziarmos a nós mesmos e por isso nos coloca em situação de vulnerabilidade. Amor não é neutralidade. É estar junto, é aprender a convivência, é empatia e escolha. Sobre o amor aborda as diferentes formas de viver e entender o amor e nos faz questionar nossas relações humanas. Convidamos você a refletir junto com Monja Coen, Pastor Henrique Vieira e Padre Júlio Lancellotti o exercício do amor na sua plenitude. Afinal, amor é ocitocina, amor é projeto de vida, amor é atitudinal.
Vida e Morte
Os vivos e os mortos comunicam entre si? Qual é a melhor forma de viver o luto, entender a vida, e aceitar as aflições e as crises? Da autoria da Monja Coen, este livro tenta responder a essas e a muitas outras questões. Ao abordar o tema da morte, incide também, e por essa mesma razão, na vida: uma passagem que pode ser tranquila e agradável, uma caminhada, uma peregrinação sagrada. Para que o caminho seja leve e suave, precisamos de atitudes, gestos e palavras que nos inspirem a continuar a jornada. Este livro abre essa porta, encorajando a viver com plenitude e a apreciar cada etapa da existência. Depois, que cada um de nós saiba inspirar os outros com o exemplo coerente das nossas vidas e atitudes, palavras e gestos, pensamentos e ações.
Da negação ao despertar:: Ensinamentos da Monja Coen
Quando algo causa medo, tristeza ou deixa à mostra o nosso desconhecimento, muitas vezes nosso primeiro impulso é negar aquilo que nos traz esse desconforto. Mas, ao fazer isso, a realidade deixa de ser diferente? Não, não podemos mudar uma realidade que se coloca contra a nossa vontade, mas podemos mudar o modo como pensamos e agimos diante dela. A consciência dos fatos é fundamental para que possamos despertar. Somente assim, poderemos rever nossos comportamentos e transformar o mundo em que vivemos. "Podemos criar causas e condições", ensina a Monja Coen, que escreveu esse livro durante a pandemia de Covid-19. À luz do zen-budismo, ela reflete sobre os efeitos do negacionismo, de qualquer ordem, na vida de todos nós e destaca: devemos negar, sim, o erro, o falso e, desse modo, estaremos afirmando a verdade e o bem.
Que sementes você está regando?: Reflexões zen para cultivar a vida plena
Nos últimos trinta anos, Monja Coen prega as palavras e os ensinamentos do zen-budismo no Brasil. Com mais de 300 mil exemplares vendidos só pela Editora Planeta, suas palavras são fonte de conforto e sabedoria para milhares de brasileiros. Nesta obra, por meio de histórias e ensinamentos, Monja Coen traz reflexões para ajudar você a se tornar o bem que quer ver no mundo. Ela nos convida a perceber o que temos regado na vida, e como sementes de raiva, tristeza, medo, hostilidade, frustração e desespero podem mudar e florescer amor, gentileza, cuidado, alegria, solidariedade. Este livro é um chamado para que aprendamos a fazer de nossa vida uma fonte de ternura, ânimo, compreensão, sabedoria, equilíbrio e esperança. Para que saibamos regar a bondade e transformar a realidade.
As Aventuras do Monge Tantan: histórias e ilustrações de Fernando Zenshô
Nove poemas se transformam em caminhos por onde Monja Coen e Fernando Zenshô nos conduzem com suas palavras e imagens. Caminhos de passeio e autoconhecimento. Como a própria autora admite, monges e monjas são figuras raras. E assim é o personagem Tantan, inspirado em Ryokan Taigu, um monge do Japão do século 18. Tantan, longe de ser alguém que perdeu a razão, aqui é retratado como um ser livre e plural, como os seres humanos - intensos e complexos na sua diversidade. Em cada poema, ele procura se autoconhecer e compreender o outro, buscando o significado mais verdadeiro nas coisas simples. Ele sabe também que nossa mente pode nos enganar e nos deixar orgulhosos, medrosos, prisioneiros. Daí a importância de saber ouvir nosso eu mais profundo e viver intensamente no presente. Descobrimos, então, que Tantan, na verdade, é muito esperto e divertido.
A redescoberta da existência
Em meio a uma crise sem precedentes na humanidade, os dois estão unidos nesta obra para fazer um convite: meditar sobre a existência. A pandemia que se espalhou sobre o planeta, atingindo a espécie humana – e somente ela –, nos obriga, no mínimo a uma pausa para reflexão. A uma reflexão sobre o que de fato é essencial. Como colocar-se na existência neste momento? Temos de admitir que não estávamos preparados para tal situação. Ninguém! Mas nela estamos como humanos e é a partir desta condição que podemos refletir. E o que temos na humanidade que possa nos ajudar a pensar sobre a existência? Se por um lado as ciências da saúde estão trabalhando arduamente para apresentar possibilidades de ajuda, por outro lado é necessário que cada qual também descubra ou redescubra a pergunta pela existência a partir de seu modo de sentir e pensar, de sua cultura, de sua tradição.
Carma e Castigo
Em Carma e Castigo, Monja Coen e Nilo Cruz conduzem o leitor por uma jornada profunda e reveladora pelos ensinamentos do zen-budismo, desmistificando conceitos que foram, ao longo do tempo, distorcidos pelo senso comum. Com base na Lei do Carma, da Causalidade, da Origem Dependente, da Interdependência e da Impermanência, esta obra propõe uma reflexão essencial: não somos vítimas de um destino punitivo, mas sim cocriadores da realidade que vivemos, a partir de nossos pensamentos, de nossas palavras e ações. Mais do que um estudo espiritual, este livro é um convite à lucidez. Ao compreender a diferença entre carma e castigo, você ganha ferramentas para observar com clareza o que está semeando agora e, portanto, o que colherá no futuro. Medite. Observe. Desperte. A resposta, como sempre, está no silêncio atento do presente.
O bom contágio
O bom contágio é uma reflexão necessária e honesta da Monja Coen Roshi sobre um momento tão difícil para a sociedade: a pandemia global causada pela COVID-19. Este pode ser um guia em direção ao autoconhecimento e também a esperança de alcançar uma vida plena em tempos difíceis. Com escrita fluida e capítulos curtos, Monja Coen apresenta elementos da teoria budista, reforçando a importância da prática e da atitude desperta. Coen se mostra sempre atenta aos pensamentos e à vida ética. Principalmente diante de eventos que possam pôr em xeque nossas amarras mundanas, além da nossa própria fé. O bom contágio traz episódios biográficos e relatos do dia a dia para falar sobre a alegria, a compaixão, a doação, entre outros. Sem deixar de lado medos e angústias, Monja Coen nos aponta o longo - porém recompensador - caminho do bem e da verdade. Mostra-nos como uma tragédia social pode, sim, ser um momento para avaliarmos seriamente a vida, a sociedade e encontrar uma chance de reconexão e realinhamento. Sabedoria e compaixão são inseparáveis, e é preciso ambas para despertar e fazer o bem para si e para todos. Para não permanecer alheio à violência, ao racismo, ao ódio. Se despertarmos, há chances reais de reparação e recriação da realidade comum. O bom contágio requer mente e coração abertos para promover uma conversa sincera sobre as dores da vida e a admirável capacidade do ser humano de se adaptar. Monja Coen mostra como é possível (re)encontrar satisfação e alegria até mesmo nos momentos complicados.
Tempo de cura: Como podemos nos tornar seres completos, firmes e fortes
Os caminhos do zen-budismo para a cura física, social e espiritual Saúde de “são”, de “santa”, de “firme” – que se opõe a enfermo, do latim, o “não firme”. Estamos enfermos, porque perdemos nosso equilíbrio. Com a pandemia global, a desigualdade social, o racismo, a polarização política e a ansiedade, o mundo está enfermo. Por isso, Monja Coen escreveu este livro para convidar todos nós a inaugurar um novo tempo em que sejamos capazes de cuidar de nós e dos outros, restaurar laços quebrados, mudar o curso de doenças, resgatar a integridade. Curar as feridas causadas por essa nossa época turbulenta não são só físicas, mas também sociais e espirituais. Cabe a nós descobrirmos nosso mal e inventarmos novos remédios. Por meio dos ensinamentos do zen-budismo, Monja Coen oferece nestas páginas possíveis caminhos de mudança. Podemos acessar a sanidade. É tempo de cura.
O Sofrimento É Opcional
O mal do século XIX era físico, ainda que muitos poetas e escritores o tenham romantizado. Era a tuberculose. Não tinha cura, na maior parte dos casos só restava esperar por um fim lento e doloroso. Algumas dessas mortes foram retratadas em romances e poesias de grande aceitação. Sofrer do mal do século, para alguns era uma glória. Passadas várias décadas, outros tipos de enfermidades e transtornos, erroneamente diagnosticados como de fundo puramente emocional, como a depressão, pouco têm de "glamourosos".
O monge e o touro
Há mais de oitocentos anos esta história tem servido de guia a praticantes e mestres do zen-budismo, e Monja Coen Rôshi procurou traduzi-la de forma compreensível ao público brasileiro contemporâneo. Seus ensinamentos são as marcas deixadas pelos mestres ancestrais para que possamos iniciar nossa jornada espiritual. Nesse processo, a primeira impressão que temos é a de que o touro representa nossa bestialidade e que precisa ser domado. Na verdade, nossa ignorância é representada por nós mesmos, pela imagem humana. Esse ser que inicia a busca por algo desconhecido, e encontra as pegadas e as pistas indicadas pelo Mestre Kakuan Zenji, cujos desenhos originais estão representados no livro. O monge e o touro certamente tocará também praticantes de outras tradições espirituais, pois os inspiradores comentários da Monja Coen mostram que o caminho está aberto a todos que desejarem percorrê-lo.
Ponto de virada: O que faz uma pessoa mudar?
A hora é agora Diante de um dos momentos mais dramáticos da história da humanidade é fundamental refletir com serenidade sobre como lidar com os problemas que todos enfrentamos. Uma das maiores líderes espirituais do país, Monja Coen atende a este chamado e faz neste livro um sensível convite ao desapego, como ferramenta para lidar com as dificuldades que a pandemia nos trouxe a todos. Intelectual respeitada, e autora best-seller com centenas de milhares de livros vendidos, Monja Coen reflete sobre importância de aproveitar estes momentos duros para empreendermos mudanças positivas e decisivas em nossas vidas. “O texto da monja Coen foi uma luz sobre minha quarentena”, diz a respeito do livro Leandro Karnal.
Verdade?: Porque nem tudo o que ouvimos ou falamos é verdadeiro
Você sempre pensa sobre aquilo que você fala? E já pensou em como o que você fala influencia o que você pensa e sente? Usamos muitas expressões por décadas - gerações! - sem nunca nos perguntarmos sobre seu real significado ou mesmo veracidade. Nesse livro, Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista do Brasil, reflete sobre alguns desses ditos populares através da luz da sua longa experiência com o ensinamento Budista e nos guia a pensar sobre muitas dessas “verdades”, todas com certeza muito familiares ao leitor e que já saíram de sua boca algumas dezenas de vezes. Um livro para refletir sobre o que a linguagem representa e a necessidade de autoquestionamento constante. Para Monja Coen, verdade sempre precisa ser seguida por um ponto de interrogação. A prática, conforme coloca a Monja Coen, é a realização. E nós, como seres humanos, podemos alçar voos incríveis e não nos mantermos aprisionados, seja em ideias, seja em situações circunstanciais.
Nem anjos nem demônios:: A humana escolha entre virtudes e vícios
Como somos nós? Generosos, justos e piedosos? Ou gananciosos, intolerantes e preguiçosos? Neste livro, Mario Sergio Cortella e Monja Coen trazem a filosofia e a espiritualidade para uma conversa acolhedora sobre aquilo que eleva a vida – as virtudes – e o que desafia a ética – os vícios. Os autores reconhecem suas próprias fragilidades e nos inquietam a pensar: O que torna alguém virtuoso? São as circunstâncias que definem nossa trajetória? Por que ser bom, num mundo que parece cada vez mais se corromper? É possível perdoar sempre ou há atitudes que são imperdoáveis? Há um limite para a prática virtuosa? Como mostram os autores, entre virtudes e vícios, construímos nossa história. Anjos ou demônios, a escolha é de cada um.
O que aprendi com o silêncio: Uma autobiografia
Monja, jornalista, pensadora. Por trás da figura serena e sempre alegre, existe uma das maiores personalidades brasileiras da atualidade. Suas convicções são precisas e duradouras, mesmo que transmitidas de maneira doce e leve. Seus ensinamentos têm formado uma geração livre de preconceitos religiosos e focada na evolução do eu interior, na liberdade dos pensamentos, no controle do ego e principalmente na possibilidade de ser zen em um mundo caótico. Aqui, Coen Roshi conta sua história com um olhar inusitado. Às vezes emotivo, em outros momentos sarcástico, mas sempre com a capacidade de fazer de um instante o infinito e do infinito um instante. Descubra por que o silêncio foi tão importante em meio a tantas histórias barulhentas e dissonantes.
Aprenda a viver o agora: Conceitos de zen-budismo e atenção plena para praticar em até 10 minutos
Monja Coen nos ensina a viver o presente a partir de princípios zen Quanto ao passado nada se pode fazer. O futuro é uma surpresa. O agora é mutável, é palpável, é real. Assuma o controle de sua vida ao entender que só pode ser dono do presente. Neste livro, Monja Coen demonstrará que é possível estar presente por completo em qualquer atividade. O agora é o único momento real que existe. O passado não pode ser refeito, o futuro nós ainda não sabemos como será. Porém, o presente é real, só depende de nós. Atualmente, as distrações diárias são infinitas. Por isso, o simples fato de estar 100% focado no agora é uma das capacidades mais importantes. Neste livro, a partir de conceitos do zen-budismo e do mindfulness (atenção plena), Coen Roshi ensinará como é possível estar presente no aqui e agora com técnicas rápidas e práticas que podem ser aplicadas no dia a dia. Seja no trânsito, no trabalho, no carro ou até mesmo em uma entrevista de emprego, com essas técnicas, qualquer um poderá se transformar no principal agente para construir sua história. Além disso, o livro traz um guia de meditação e invocações budistas para momentos de decisão.
O inferno somos nós: Do ódio à cultura de paz
Vivemos dias difíceis, de vozes múltiplas que parecem nunca dialogar, ávidas que são para atacar e julgar. Em tempos adversos como o que vivemos, de crise, preconceito e intolerância, como transformar o ódio em compreensão do outro em suas diferenças? Como sair de um cenário de violência e construir uma cultura de paz? O historiador Leandro Karnal e a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-budista do Brasil, conversam nesse livro sobre essas e outras questões, em diálogo inspirador. Os autores lembram que o medo pode estar na origem da violência e apontam como o conhecimento, de si e do outro, é capaz de produzir uma nova atitude na sociedade, menos agressiva e mais acolhedora. "Localizar o mal no outro é uma panaceia universal", observa Leandro. Mas, talvez, o inferno não sejam os outros, como pensava o filósofo francês Jean-Paul Sartre, e sim nós mesmos.
Zen para distraídos: Princípios para viver o Presente com Harmonia
É possível viver de maneira zen no meio da distração moderna Viver nos grandes centros urbanos é um convite diário à distração. Manter o foco em tarefas simples, por mais fácil que pareça, se torna impossível com o excesso de informações e afazeres diários. Zen para distraídos aplica conceitos do budismo para melhorar o nosso bem-estar. A partir de práticas de meditação, de conceitos básicos do zen e outras técnicas milenares será possível manter o foco, desenvolver tarefas simples com muito mais concentração, ser mais assertivo, atingir objetivos e muito mais.
A monja e o professor: Reflexões sobre ética, preceitos e valores
Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-Budista do Brasil, e Clóvis de Barros Filho, advogado, jornalista e professor, são dois renomados pensadores brasileiros, cada um em sua área de atuação. O que esperar, portanto, de um diálogo entre esses dois nomes, de origens e abordagens tão diversas? Em A monja e o professor, livro fruto de um diálogo gravado entre os dois autores, o leitor terá acesso a uma inspiradora conversa, tendo como base a ética e a felicidade, a importância de ser feliz no presente e também a necessidade de um propósito para aprimorar a si mesmo e o mundo em que vivemos.
Uma introdução ao zen-budismo
O que é o satori? Como definir a prática do zazen? Como os koans podem auxiliar o praticante do zen-budismo? Esses e outros conceitos básicos são explicados de forma clara e simples pelo mestre Daisetz Teitaro Suzuki em Uma introdução ao zen-budismo. Publicado pela primeira vez em 1934, o livro permanece como uma das obras fundamentais para a compreensão do zen-budismo e como uma porta de entrada para muitos ocidentais às práticas filosóficas do zen. Na obra, Suzuki Sensei defende um budismo de simplicidade, liberdade de dogmas e crenças e centrado na prática do zen. Uma introdução ao zen-budismo não é um manual ou um livro-guia, mas uma obra que nos leva à reflexão.
108 contos e parabolas orientais
"Em 108 contos e parábolas orientais", novo livro de Monja Coen, a mestre reúne pequenos textos que têm por objetivo provocar no leitor o anseio por um encontro profundo e verdadeiro com sua própria natureza. “Minha proposta foi a de apresentar um livro de fácil leitura, compreensão e interpretação, que tem como pano de fundo os aspectos mais intrincados dos estudos Zen”, explica a Monja. No budismo, os textos selecionados por Monja Coen – que são histórias verdadeiras, episódios vivenciados por praticantes e monásticos em diferentes partes do mundo – são chamados de Coans. E neles estão contidas porções de sabedoria que, se bem aplicadas ao cotidiano, não só dos praticantes do budismo, mas de qualquer pessoa, poderão trazer entendimentos para os questionamentos da vida moderna. Meditar, por exemplo, a respeito do significado do Grande Caminho, entender a verdadeira essência do budismo, conectar-se com o presente, praticar a atenção e entender um pouco mais o significado do carma, à luz do budismo, são alguns dos benefícios da leitura.
A sabedoria da transformação: Reflexões e experiências
Para buscar e encontrar a transformação Neste livro, Monja Coen, missionária oficial da tradição Sôtô Zenshû para o Brasil, convida o leitor a lançar um olhar sobre si mesmo e a rever valores e conceitos. Num texto leve e bem-humorado, conta fatos históricos e situações cotidianas, fala de personagens ilustres e de pessoas comuns. A sabedoria da transformação procura nos conscientizar da importância de refletir sobre as nossas atitudes no dia a dia, para que, fazendo o nosso melhor, possamos ser a transformação que desejamos ver no mundo. Buscar a paz interior e, consequentemente a felicidade, é uma meta a ser conquistada. Por meio do desafio da vida humana, podemos encontrar um caminho de prática que nos leve ao nosso eu verdadeiro para desfrutarmos de uma vida simples e feliz. Monja Coen nos presenteia com um texto claro e objetivo, recheado de amor ao próximo. A partir de reflexões sobre acontecimentos ocorridos e experiências vividas, a autora ajuda o leitor a refletir sobre suas atitudes e a buscar a transformação.










